quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Maçãs Douradas e o Cervo Branco? [Campanha Local]



Num mundo decadente e em chamas, o velho mundo se esvai. Gritos de batalhas são ouvidos, rostos austeros e rosto eivados de terror e pesar é o espelho que reflete os grandes fumos que sobem aos céus. As tropas marcham, a valente cavalaria com seus cavalos magros e exausto tenta fazer as patrulhas... As terras de Tenh não são mais prósperas, eivadas, transborda o sangue de seus filhos, que não apenas mais encharcam a terra de seus ancestrais. No velho bar do antigo submundo, abraço do amigo, ouvintes desesperançados escutam as ladainhas do velho bêbado, bêbado de tanto vinagre apodrecido. As imagens de uma floresta prospera, mesmo que cheio de inimigos de sua realidade, e cervos dourados galopando e a devorar maças misticas que aparecem no ar para lhe preencher seu desvario de fome e desejos. 

Os olhos desses pobres se enchem por algum motivo, uma jornada insana em busca de algo perdido e esquecido. Avançam pelas ruas lamacentas, vêem os feridos sendo levados, apáticos e destroçados, ignoram e fogem em sua esperança de encontrarem tal cervo. Acabar-lhe-as os tormentos? Enfrentam os dramas de refugiados, vencem o dilema de passar ao cerco. A batalha de Tenh acabará em Redspan? Destroços e detritos, patrulhas orcs ainda são problemas, o cheiro pútrido de sangue e dejetos enojam de forma vil o ar, não apenas o ar, a área corre sério risco de ser amaldiçoada. Necromantes enlouquecidos teriam farto material. As defesas são reparadas em esforços desesperados. Os aventureiros avançam as colinas e planícies próximas a Redspan, que já não a orgulhosa ponte de outrora, seus rebanhos fartos, e colheitas prontas para serem ceifadas. As fazendas foram tomadas, mas com a ameaça continuam amplamente esquecidas. Eles passam pelos desolados esquecidos, e deparam-se com uma quimera, que em vôo se aproxima e arremete ao solo. Eles já atentos escondiam-se prontamente. Haveria a Quimera a devora-los? Suspiravam lentamente, escondendo seu fôlego adensado. O pequeno ladino se esgueira até a quimera, esta havia desenterrado um grande saco que freneticamente escavará, farejava, mas o vento estava favorável ao ladino. Este prontamente se jogou contra o saco, e pôs-se a cortar lentamente e retirar alguns objetos, seus companheiros quase enlouqueceram de pânico. A quimera não perceberá a trapaça, erguera o saco ainda pesado, e seguira em sua pérfida jornada. Todos aliviaram-se quase ao mesmo tempo. Seguiram a viagem renovados. Não fosse um incidente com besouros gigantes da terra, criaturas de três metros, e quase dois metros de altura, quando deveria pesar aquelas bestas das trevas da terra? 

O combate se deu em vantagem pois estavam a certa distancia. A elfa começou a abate-los. O mago lançara suas feitiçarias secretas e meditava perturbadoramente. o Ladino espreitava, literalmente da moita. Três criaturas foram abatidas pela arqueira, uma pelo mago e outra pelo ladino. Seguiram adentrando a floresta de phostwood. Uma patrulha orc lhes prendera a atenção. Os executaram rápido. Não havia lamentações. Dias depois um troll avançara no caminho do acampamento que preparam, viera o troll investigar o cheiro da fumaça. O troll avançara, nem se derá conta do destraido mago que acordará e fora tirar água do joelho, os dois muito atentos quase se deram bom dia em tanta distração. O ladino e a elfa escondidos preparavam-se para o embate mas não escondiam o riso, o ladino avançou e não refreou seu impeto de colecionar bens e pungou o troll, que estava continuando em seu roteiro de patrulha. Outra patrulha mais a frente localizara o estranho grupo, observavam do alto, não sabiam ao certo se eram amigos ou inimigos, a cautela era tudo nesses tempos muito sombrios. A elfa os detectara e os fitou olhos a olhos, fez o sinal de saudação elfica e que fora correspondida para seu alivio, a patrulha dos elfos foram ao encontro do grupo, a elfa e os elfos conversaram três dias seguidos sobre suas desaventuras. Depois acompanharam a patrulha para a vila elfica. A floresta cheia de vida, enchiam-lhes os olhos, o ladino tentava comunicar-se com mimicas, a qual foi correspondido com uma jocosa banana e um prato cheio de pasta branca adocicada parecendo arroz, primeiro ficara zangado com a banana, mas estava esfomeado e aproveito da situação. Inteiram-se com os elfos com a possível fraude a respeito do cervos e maçãs douradas. Mas tomaram conhecimento do posto avançado orc, e um possível cervo branco amaldiçoado. 

Preparam para a missão, como batedores avançaram, localizaram o posto avançado orc, eliminaram uma patrulha no perímetro. Para um pelotão que se deslocava, o mago engendrou uma fuga, juntamente com a elfa, derrubavam trocos, os orcs riam pois estes erravam, o ladino acompanha de perto para o momento do embate. O mago tinha planejado um afunilamento que os orcs perceberam quando já estavam sendo abatidos. Uma teia e um piado alto se ouviu, a teia os predera, os troncos impedia o avanço, o mago riu, a elfa causará um incêndio localizado, os orc queimavam rapidamente.

Posicionaram-se para escaramuça e planejaram, o ladino adiantou-se e adentrou território inimigo, caverna adentro se escondendo nas sombras, passar pelos orcs fora fácil. O maga e a elfa pegavam cordas, e derrubaram alguns troncos. O ladino adentrara na posição inimiga, até chegar a uma cripta, toda polida, a porta se fechava, quase não perceberá, achou uns pergaminhos que prontamente os entocou em mochila. Voltava a seus companheiros, que já tinham feito algumas armadilhas. O ladino porém tropeçara, alertando os inimigos, as portas do buraco de barro se fechava, correu, se escondeu. A elfa e o Mago derrubaram mais um tronco certeiro em meio as portas que iriam se fechar, as patrulhas que foram caça-los foram pegos em armadilhas. O ladino sentiu terrível perigo e correu feito uma lebre prestes a morrer, e estava certo, iria mesmo morrer se continua-se lá. 

Uma ultima patrulha fora esmagada por um troco certeiro do mago e sua ajudante de força e músculos.