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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Colina distante [Campanha Greyhawk. Tenh 591. 2012ad]






Sexto dia do Sexto Mês, O Mês da Raposa do Ano 591 cY, baixo verão.

Depois de ásperos dias de escaramuça e de estranhas ruínas modificadas por goblins ou/e kobolds, eles adentram os bosques distantes da estrada sul. Encontram-se em frente a uma especie de torre de três metros de altura com uma porta arcada em pedras não polidas que leva para uma decida subterrânea. O grande lobo de Sahar arfa com o calor da viagem, a mula do Mago [ele tem uma] vai de encontro a suave relva que se encontra na estrada. Mestre Tor, o anão, com dificuldades desaba de sua montaria e a prende-a firmemente em um troco, a montaria põem-se de pronto de a roça a relva. 
Os três se encaram em silencio, e Sahar observa atentamente a entrada e quase de imediato discerne os sinais dos kobolds que pelas evidencias faziam da estranha construção sua base... Sahar tateia a construção e descobre uma armadilha, o mestre dos oficios Tor se põem de logo a desativar aquele "problema de projeto". Adiantando-se, Tor envereda-se na decida, e logo ver uma especie de poço enlameado de pouca profundidade, supondo que fosse agua, adiantou-se, algum tipo de vegetação podia ser vista e lá escondido um kobold meio azulado espreitava, antecipando-o Tor o golpeia. O mago, pressupõem-se de seu ato, grita perguntando por Tor.
Sahar estava de prontidão e percebeu a movimentação, kobolds de mantos verdes saem do bosque atraídos pelos gritos do mago, estava prestes a ataca-lo. Flechas ágeis tentavam dissuadir os kobolds, mas o que parece os mantos os deixavam mais resistentes. 
Os Kobolds não pouparam rápidos e perigosos golpes, o mago teve suas vestes perfuradas e o sangue de suas feridas gotejavam na relva, tor finaliza o kobold lá embaixa, o mago cambaleou escada abaixo tentando escapar das pequenas adagas kobolds, o anão subiu para interceder. Sahar flechava-os tentando detê-los de sua fúria.
O embate seguiu seco e o golpear de metal em ossos e escamas ásperas podia ser ouvido. Ameaça neutralizada encontram-se escada abaixo. O mago delirava, clamando ajuda das fadas, enquanto tentava por luz em varetas. Sahar e sua visão ancestral pode vislumbrar uma câmara com cinco kobolds a espreita e da sala em destroços ao lado do lago distinguiu kobolds sob a cobertura da terra, o mago concordou com alguma coisa e depois com Sahar sobre tais conciderações, Tor em sua rapida olhadela só viu os da câmara, de fato lá haviam kobolds. De decisão resolveu averiguar os tais kobolds sobre pedregulhos, o terreno estava frio, o pó era muito, mas pondo-se de pé em meio aqueles destroços o anão percebeu os kobolds e começou a golpear, o que deve ter estragado a emboscada kobold. 
Sahar passou a alvejar os kobolds da outra sala um pouco distanciada, estes não reagiram, exceto que passaram a refugiar-se na escuridão, os lampejos de luz saiam das mãos do mago e golpeava kobolds que tentavam flanquear Tor... Este os seguravam a golpes de espadas. Tão logo o avanço foi detido, tor e os outros sob a suave luz do galho que o mago levava se dirigiram a outra câmara a qual todos havia avistado os kobolds, uma fenda larga ali se prestava a deter o avanço dos incursores. Tor demonstrando dons atléticos salta, e um embate fora iniciado com os kobolds que naquela sala escura esperavam. Sahar saltou, mas desequilibrou-se e caiu tendo algumas lesões e arranhões e quase quebra-lhe a perna. O mago tentava deter sua hemorragia e clamava ajuda as fadas, uma estranha luminância lhe cercou, ninguém viu o acontecido todavia.
Tor fora ferido varias vezes também, derrubou dois corpos de kobolds , até que Sahar pude-se sair da vala. Assim os dois puderam finalizar a ameaça. Juntaram os corpos e puseram-se a buscar algo com que pudessem atravessar a vala em segurança, acharam uma inventiva e duvidosa ponte de corda de por em pontos de apoio, jogaram-na ao mago para que esse pudesse fazer as amarras. Este tropeçou em uma caixa de pedra em meio ao solo, retirou-a sofregamente e lá encontrou 22 peças de ouro dentro de uma bolsa de couro degasta, quase apodrecida.
As 15 horas seguidas fora de trabalho duro para Sahar, pois costurava Tor dos ferimentos graves que este tinha abaixo de sua armadura, mais grave que o do Mago, que esperou pacientemente por ajuda depois dos remendos iniciais em Tor. Este ao invés de descansar pois a catar suprimentos, achando alguns ratos do campo e se pôs a faze-los refeições. 
Ao dia seguinte puseram-se a fazer armadilhas de caça, e preparar-se para a próxima viagem.
Três dias se passaram e então decidiram sair, literalmente, daquele buraco. Seguiram a estrada e depois a trilha, atravessaram colinas e ribanceiras. Chegavam assim ao quarto dia nos arredores de Braycott, das colinas avistavam as grandes colunas de fumaças e fumos diversos, um grande cerco de orc e das Forças de Iuz [iiuz] lá estavam. Grandes campos de carnificina estavam cobertos de urubus carniceiros e outras entidades e incêndios. 
Tomando a decisão de lider, Tor os liderou para o que os disseram, "vamos atacar a retaguarda inimiga". E rumaram, descendo a colina rumo a batalha.
Atravessando os campos, olhavam brasões e escudos diversos. Sahar buscou entender e lembrar um qual nunca tinha visto, um escudo verde e de uma arvore verde em campo prateado. Não lembrou-se contudo. O mago curioso se pôs a fzer considerações e um considerou um desafio pessoal lembrar de onde tinha visto tal. Tor e Sahar chegaram próximos a um vau, uma ponte destruída e casas incendiadas e umas construções estranhas feitas de destroços [ou não...] ... o mago vasculhou um corpo em meio ao campo de mortos e considerou mais uma vez de onde virá tal brasão. 
Tor aperceberá-se de uma patrulha Orc de tocaia e em investida partiu para o combate sem mesmo esperar seus companheiros, arrebentou porta de uma das construções e pôs a golpear os orcs que lá encontravam-se. Sahar não percebendo ainda o acontecido virá o mago voltar sorridente. Sim ele lembrará, era o brasão dos Elfos de Floresta alta, os cavaleiros elfos estiveram a ajudar no combate...
O barulho de combate se intensificará, o anão fora golpeado, Orcs saiam de uma outra construção, e dirigiam-se ao destroço de ponte onde sahar e o mago se encontravam. Estes é claro tentavam encontrar o anão. 
Sahar flechava os orcs, que já estavam furiosos, correram na direção sul acompanhando o vau e perceberam onde estava o anão em seus antecipar de combate, o mago se dirigiu a adentrar a construção. Sahar flechou os orcs que se dividiram, metade para pega-la e a outra para pegar o mago. O anão fora golpeado novamente e os gritos de crânios orcs rachados podiam ser ouvidos. Sahar não esperou os orcs chegar, pôs a saltar para o telhado da construção destelhada, e pelas vigas que lá estavam adentrou a construção a tempo de ver o anão tentando deter os orcs que a seguiram e estavam a seguir o mago. Este, o mago, lançou suas luzes misticas nos orcs. Sahar passou a flecha-los. Tor golpeou três deles antes de ser golpeado a altura da testa, e sair correndo quase cego. Por sorte seus companheiros finalizaram os três últimos orcs que ficaram a dar combate e não seguiram o anão todo ensaguentado.
Agora restava recuperar-se e ver o que iriam fazer.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Nascer da Esperança [Campanha Greyhawk. Tenh 591. 2012ad]




On this day, we fight for our freedom!

On this day, we fight for our loved ones!

On this day, we fight for our people!

Into the fray once more, we live and die on this day.

Oitavo dia do mês de Leão, primavera, ou melhor degelo.

Lama para todos os lados. A perda de Celty e seu grupo de milicia, pesou como bigornas e marteladas severas para a moral das tropas nas trincheiras ainda geladas das muralhas devastadas de Redspan. Os cavaleiros seguiam em patrulha para dar apoio a batedores que vigiavam todo o perímetro. Algo teria que ser feito o inverno fora rigoroso e os suprimentos terminavam, os "recuperadores" não achavam cada vez mais nada que fosse, sem colheitas e a lama ainda grassando os arredores ficava tudo mais difícil. Sobreviver ao inverno e morrer na primavera era a ironia que magoava toda a tropa. Sahar filha de Celty, com luto e rancor revoltava-se e apanhou velhas armas esquecidas por parentes mortos da fuga da grande guerra. Furiosa seguia  para o campo da milicia, o cheiro pútrido abafado pelo inverno voltava com toda força e com o agravante do fedor dos mortos e monstros apodrecendo. O anão Tor remoía suas derrotas e a dor de não ter conseguido achar uma solução para Celty. Trabalho havia mas nenhuma recompensa ou paga justa se vislumbrava. A nevoa da dúbia condensação a todos irritavam, o "grande espirito da lama" era muito indolente e soltava "seus vapores" indiferente aos mortais...
Uma força orc fora vista se aproximando das linhas, as cornetas de defesa soaram, a rotina voltava a toda força. Todos já a muito veteranos dos embates e carnificinas. Olhares cinzas e gélidos vislumbravam o horizonte. Tão logo quanto possível o embate teve inicio. Orc chegavam de todas as partes. Em marcha forçada e vacilante, percebia-se que eram mais escravos que soldados, mas muito mais selvagens e violentos que se poderia supor. Preces ao deus sanguinolento Nerull foram ouvidas. Muitos estremeceram em cogitar companhia de tais aliados, mas as posições e postos deveriam estar prontos para o embate. Madeira e "cavalos" tinham sido postos em vários pontos. Novos, muitas vezes rasos, buracos, tinha sido feitos, a ecasses de vime prejudicava em muito as defesas, tentaram repor isso com destroços. O que tornava o ambiente mais desolador e devastado, estandartes foram erguidos. 
Os selvagens orcs avançavam, parecia aos entrincheirados que eles imitavam galopes, muitos começaram a se curvar e erguer-se novamente e a urros terríveis, as pedras e destroços caiam e machucava os azarados. O Anão Tor, já mais experto esperou pacientemente, o seu grupo de companheiros de milicia estava eufórico, novatos cogitou, aquela elfa lembrava muito sua amiga e companheira de batalha Celty, um ultimo olhar de um veterano já dessensibilizado a algum tempo antes de baixar o escudo e prepara-se para uma coisa que aprendeu juntamente com Celty, atacar, ao invés de somente esperar na trincheira. Mas esse ato temerário e imprudente não lhe passou pela cabeça. Os oficiais estavam preocupados demais com a linha principal para se ocupar de anões e 'novatos' ocasionais...
O xerife tor coordenou seu pequeno grupo, os orc avançaram rápido demais, o intento do anão teve de se contentar com combate próximo as trincheiras. Deram embate aos orcs, esses sofreram a dupla fúria reprimida dos milicianos sedentos de vingança. Machado chocava-se contra machado, enquanto a elfa como de costume de seu clã mandava projeteis em direção aos orcs. Aquele esquadrão fora detido. Adiantando-se aos orcs, o grupo de milicia avançou para o campo lamacento mais a vanguarda, vendo o pelotão orc se aproximar e a mirar suas pedras e destroços neles. A ira dos milicianos aflorou no embate, 60% daquele pelotão orc simplesmente fora triturado. Nas linhas mais ao sul os Orcs estavam quase rompendo as linhas, o número de mortos e feridos aumentava o impasse. Um tenente orc se deu ao luxo de tomar satisfações da derrota do pelotão ao norte, seu pelotão orc o acompanhava e aos urros marchavam. Os cavaleiros não chegariam a tempo de impedir o rompimento da linha, toda a trincheira seria perdia e serviria de base para os orc e necromantes de Iuz...
Tor de Thornhelm, e Sahar filha de Celty do clã Tate, avançaram. Não se sabe o que eles estavam pensando, aquelas partes da linha viam aquela insólita visão de uma frágil elfa e um nanico anão de tomar satisfação com o enfurecido tenente orc. As bravatas do Orc vinham em insultos chulos e risadas demoníacas em quase língua comum. Os acertos das setas em seu rosto e perna o deixaram atônito, ainda proferindo suas elucidações demoníacas, o anão golpeava-lhe fortemente o tronco e pernas. O orc tentou se esgueirar dos golpes para novamente ser alvejado, uma machadada em sua clavícula o deixou preocupado. Se movimentar o braços começou a gargalhar e golpear cruelmente, o anão ferido golpeava alucinado, a malha do orc soava como bigorna molhada. O sangue refletia a virada na batalha. O orc começava a inclinar e era golpeado mais e mais. Seu pelotão corria para longe, refletindo juntamente com o outro pelotão derrotado um rompimento geral e debandada na frente orc. 



Os orcs foram derrotados. A retirada geral, significava o fim daquele cerco. Muita coisa ainda havia de ser feita, mortos e ferido esperavam solução. O estandarte de Tenh fora erguido, a cidade estava livre, por enquanto. Dias se passaram. A atividade de construção de paliçada e defesas fora retomadas. A limpeza do terreno, a colocação de bases firmes, tudo levou tempo e esforço, Mestre Tor e Sahar do Clã Tate não descansaram nenhum dia desde então, uma fortaleza de mateira se erguia, barbacãs e suas torres defensivas se erguiam onde antes era uma frágil trincheira. A torre de Menagem se erguia, vigilantes se alegraram com aquela nova possibilidade de ver a movimentação inimiga, desde que o clima ajuda-se. 
Ainda nesse 2 dia de Raposa, o sexto mês do Baixo verão, muita coisa ainda devia ser feita, fazendas deviam ser recuperadas e suprimentos deveriam encher o futuro celeiro, ainda havia um país inteiro a ser liberado!




segunda-feira, 16 de abril de 2012

A Conquista da Desonra [Campanha Greyhawk. Tenh 591. 2012ad]



Primeiros dias do Mês do Urso de 591.
Os dias frios do inverno se esvaem. O Gelo e neve começam a derreter, os ventos conturbados da primavera surgem. A Xerife e seus recrutas se vêem em combate em meio as paliçadas apodrecidas do fortim quem encontraram em meio ao inverno. Os Orc e hobgoblins não cessam os ataques. Trazendo com eles horrendas criaturas. Arte Negra de Iuz e seus servos, os devoradores de gente. 
O embate no fortim é doentil, as ultimas reservas de forças se esvaem em meio aos estilhaços. Os golpes de Machados os perseguem. Revoltados e com ódios profundos investem contra o inimigo quase se jogando em suas armas. Uma grande batalha se dá naquilo que eles acreditam ser os dormitórios, mas a criatura de Iuz os perseguem.
Sacando sua arma e escudo em riste para o impacto o anão ignora as vanguardas inimigas, que por sinal não o ignora, e avança contra a criatura "bocas e dentes" em um corpo deformado como o de um ogro. Esquiva-se em arte marcial precisa de vários golpes dos machados orcs. A criatura monstruosa de Iuz passa para a morde-lo ferozmente. Sangue come a sair entre sua pesada malha, o anão quase se preocupa de ser prensado pelas mandíbulas monstruosas, seus companheiros em apoio o fazem mudar de ideia, já que eles não ficaram parados.
A xerife, ergueu o arco e o pequeno grupamento que estava em liderança e que ainda persistiam vivos acompanhou-a. Ceifaram a ala a esquerda de sua mira, os orcs foram picotados na ação. O lamina arcana hostilizado pelas tropas pelo envolvimento com as artes macabras, avançou a frente forçando os orcs compensarem a desastrada perda de coesa da linha e por consequência pesadas baixas.
O anão se safara matando a criatura com golpes letais e certeiros. Liberados pelos os francos passaram a pressão no remanescente da força orc. Rapidamente, para alegria do anão, eles foram debandados e derrotados.





Sétimo dia do Mês do Urso de 591.
Repassando o relatório as forças de defesas de Tenh, que tristemente recebidos com frieza, deram-se conta da desoladora questão da investida de uma horda orc que estava a caminho. Isto devido as informações e "cartas" militares que obtiveram dos espólios dos orcs. Que horrores estiveram planejando. Aceitaram uma missão peculiar de construir uma grande paliçada de proteção. Ávidamente se puseram ao trabalho, apesar do cansaço latente e visível , trabalhar em meio a lama era por demais animador para eles. Deixando o inverno para trás era de uma alegria perceptível para a maioria das tropas de Tenh que estavam abatidas e apáticas quanto a qualquer a ação. Havia um prazo e a horda orc se aproximava. Para surpressa de todos os prazos foram cumpridos antes do prazo, antes mesmo de qualquer alerta sobre os orcs. As trincheiras hobgoblins se aquetaram desde o começo do fim do inverso. A apreensão geral não afetará os "construtores" que finalizaram os rebites da paliçada. 

Um mês de atividades tinha se passado, e recompensados com uma quantia de 1000 peças de ouros, em que dividiram rapidamente. Se puseram a chafurdar o "mercado" de possibilidades e a atazanar o ferreiro do clã Thornhelm. 'Necessidades' privadas por meses duras de inverno viraram um represar muito incomodo para os ávidos combatentes. 

Sétimo dia do Mês do Leão de 591.
A horda orc invadia! Em sucessivas levas e urros macabros. Preparados, já habituados aos combates nas trincheiras, esperaram o inimigo se por ao que consideravam alcance. A primeira dezena deles investiam correndo, quase ignorando as infinitas possas de lama. Os soldados se puseram a frente, a xerife se pôs ao lados deles enquanto esperavam o impacto. Impacto aterrador se espalhava pela linha, dando certeza a todos de mais um combate na linha Noroeste. A xerife exitou e recuou para junto do grupamento de arqueiros. Não vislumbrou que os guerreiro a vanguarda simplesmente seriam superados rapidamente, em numero ao menos, e deixou exposta duas grandes aberturas na linha, pois atacara ao centro tentando dar cobertura aos guerreiros mais esquecendo a questão Tática imediata, qual lhe custou cara. 

Os guerreiros se puseram ao embate, segurando com escudos e lâmina mistica os golpes das clavas. Por todos os lados os orcs inimigos se puseram a ataca-los. O "lâmina" não soube conter o inimigo, deixando exposto a frente da linha, que só conteve algo pois estava vivo e os orcs queriam por fim a essa situação. O anão também se contagiou pelo medo ou apatia do choque que acometeu o "lâmina", mas tentou compensar isso dando golpe amplos para atingir mais inimigos, o que foi de ajuda para ele no instante posterior. 

Os Orcs que passaram a linha de guerreiros encontraram os arqueiros e como esperado os mataram, a xerife se viu cercada. Mas graças a sorte ou aptidão pode conter a tempo os agressores que se viraram a ela depois de seus assassinatos. 
Mais inimigos se puseram a seguir contra a xerife. O anão limpou a área da ameaça a sua esquerda se posicionou mais ao centro, contendo o avanço do inimigo que ia em direção a xerife, mas continuou a faze de modo apropriado, para a sorte dele os golpes amplos fizeram efeito. O decepcionante lâmina ficou a frente no impasse de esgrima e contragolpes e golpes de clavas inimigas.
Ao custo de sangue que se mostrou crucial posteriormente. Derrotaram cinco linhas de orcs inimigos. 

O pior estava por vir, o lâmina fora atingido e ficou inconsciente, a linha estava amplamente desprotegida. Ele fora levado as trincheiras. A xerife e o anão seguiram a batalha de criaturas infernais que surgiam a frente, bolas enormes de altura de cavalo de batalha, rolavam devorando os corpos de orcs e aliados abatidos. Em direção a escassa a defesa, as bolas massivas de corpos estraçalhados começaram a atacar tentando engolfa-los como num engolir de uma vez só. Uma das bolas fora alvejada precisamente pela Xerife. Liquido negro e podre começou a vazar da criatura! Isto não a impediu-a de tentar sufocar o anão pelo menos por umas três vezes.

O anão debatia-se e golpeava de raiva violentamente. A outra bolha perseguia a Xerife, que corria disparando as setas. A bolha que tentava engolir o anão estourou em vários pedaços e de quase pus e com vários pedaços decepados de vários corpos escorrendo de sua gosma pútrida. A perseguição a xerife continuava. Com sucessos para a bolha de maldade que a caçava, pseudópodos enormes de grossura de mastro cheias de pus paralisante a engolfava, fazendo a se contorcer e se paralisar, ela escapou disso duas vezes, a quase cinquenta metros dali, o anão se pôs a toda velocidade para caçar a criatura. Mas a bolha raptara a xerife arrastando-a inconsciente. 

A covardia e medo latente do anão ao ver tamanha aberração petrificou-o em qualquer ação. Covardemente se pôs a correr as trincheiras. 




[Mais no próximo capitulo]

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Conduta do Dever [Campanha Greyhawk. Tenh 591. 2012ad]




Vigésimo Sexto Dia do tigre de 591... 

Recompondo sua equipe, Celty a elfa se juntou a um guerreiro que vagava ávido nas trincheiras, queria ele butim. De que, não se sabe? O guerreiro Tor olhava com desconfiança e talvez uma altivez invejosa para Celty, a estranha elfa que na trincheira queria montar um grupo para a vanguarda, nem uma oficial era ou muito menos comandante. A fim de seguir sua ganancia, Tor decidiu segui-la, bem de perto nessa empreitada. Reencontrando um aliado, o lâmina arcana distraído, mas com alguns fundos, buscaram os três aliciar 'mercenários', alguns do clã tate e de skaw aderiram. Um blasfemador de armas em punho, de nome Plac, provavelmente Skaw, seguiu a contragosto sua parentela 'mercenária'. Resmungava mais que uma mula velha, mas muito mais por indolência.

O distinto e estranho grupo, destacou-se das linhas de Defesa do Ducado, e foram dar combate ao inimigo. Mais uma marcha forçada exaustiva a neve, a quem iria cansar primeiro no embate? A iniciativa de Celty, alguns diriam temeridade ou imprudência, seguido pela avidez de Tor, renderam louros. O pelotão inimigo fora pego ainda na marcha, as setas certeiras destacavam uma brecha na linha inimiga, logo aproveitada pela carga dos guerreiros que golpeavam a cabeça os inimigos que a reação mínima caiam as moscas. Logo vinte deles cairam em combate. A linha do Ducado se surpreendera mais uma vez pela audácia daqueles filhos de Tenh.

Logo se puseram a caçar o Porta-Estandarte e Sargento de Armas do inimigo, para continuidade do espanto das defesas Tenh. Com mais 20 grupamentos daqueles quem sabe debandariam os inimigos para o rio Zumker em poucas semanas. Mas é claro, isso era apenas os afagos mais distantes das esperanças das Defesas do Ducado. Mesmo assim o embate fora belo de se ver, ao menos para os Tenh. O Sargento e porta-estandarte foram logo postos em xeque. O desdém do inimigo era sentido de longe, em suas gargalhadas vis frente ao furioso inimigo e sua marcha cadenciada. "Esses Maltrapilhos jamais ousariam desafiar assim os Fortes e Magníficos de Iuz!". Com certezas cogitará isso o sargento inimigo. Para Celty, de frio coração e setas gélida, golpes ao inimigo foram decisivos para lhe prostar a moral, a tempo dos guerreiros destroçarem as guardas e porem em riste a lâmina do Hobgoblin. A presa estava ali. O Sargento gritara em sua língua blasfêmias e os apontavas, fez um sinal definitivo de seu ódio. Mas pelo visto havia seres com mais ódio. Golpeado as costas e flancos e a frente picotado pelas setas que ainda estavam bem fixas em seu tronco, tombara, levando consigo um olhar inenarrável de descrença.

Antes isso fosse tudo que o inimigo espera-se naquele dia. Avançaram a todo pique e adrenalina que os preenchiam para um segundo pelotão, ou segunda metade deste. Avançaram sobre tropas reunidas e seu sargento. Se já fora temerária atacar comedidamente antes, quanto mais agora. Os dous inimigos se puseram em carga, mas só um lado sofreu graves ofensas. O Plac avançou e viu-se cercado. Tão logo teve seus flancos perfurados, o sangue lhe saltaram os olhos e corria a neve. De fato fora preocupante. Tor logo atrás avançou um pouco e também se viu cercado, mas sua pericia militar era melhor e não teve o flanco perfurado. Se fosse só isso os inimigos em pouco teriam os superados. O Problema foi Celty e seus aliados a um pouco atrás. Ao alcance para despejar cadenciada sequencia de tiros ao inimigo. Decisiva brecha se fez ao abater dois inimigos. Provavelmente a moral e impeto cairam, e as forças de Tenh deram inicio ao massacre. Aos gritos o Sargento inimigo tentou contornar e decapitar Celty. Golpe a golpe tentou avançar pelos guerreiros. Mas as forças de Tenh estavam decididas, embora Plac tenha caído inconsciente ao golpe dos soldados inimigos, o serviço de execução fora concluído.

Aproveitando toda adrenalina que lhos restavam, puseram-se a construir um posto avançado ali onde chegaram. Levantaram um estandarte caído de tem, cavaram trincheiras, fizeram estacas, e puseram os troncos em disposição para defesa. Um feito notada pelos Cavaleiros. Celty galgou com isso o posto de Xerife. Reforçando o local com uma guarnição contratada a soldo próprio com os espólios obtidos.

Vigésimo Oitavo dia do Tigre...

Seguiu a Xerife rumo ao sul, a traiçoeira estrada que lhe incomodava a mente. Sua vingança ardia e contaminou todos os seus aliados. Além do desejo maior de pilhagem destes. Caçar os Orcs e Hobgoblins que lá assolavam e lhe trouxeram lembrança doida da derrota.

Chegando lá depois da marcha de trajeto daquela manhã fria, surpreenderam-se com a Audácia dos Orcs de levantarem paliçada tão próxima a estrada. Adentraram ao Fortim das trevas, e puseram a chegar próximo da entrada do fortim, o perímetro exterior estava vazio. Os gritos do auto-intitulado-batedor Plac, que fora incendiado pela defesa do inimigo, que usaram insetos de fogo. Os arqueiros puseram a picotar a cabeça da criatura com suas setas, uma primeira desabara. Plac se pois a engajar uma segunda. Que também se pois a defender com fogo tenebroso. Para sua própria incredulidade Plac caíra duas vezes na mesma armadilha e ainda não acreditava. Uns três Orcs se puseram a fustiga-lo. Tor finalmente chegara a distanciada posição e pôs-se logo ao engajamento. Um Orc fora abatido pelos arqueiros e Celty. Mas o trabalho de tentar salvar Plac da morte certa, bem como a si mesmo, coube a Tor. Puderam separar os Orcs restantes dividindo os golpes com o auto-proclamado batedor. Golpes e contra-golpes diversos se seguiram e mantendo-se firmes, deram tempo suficiente de Celty chegar. Pois a Paliçada impedia de se ver o que estava acontecendo. 

Tiros certos e espadas ferozes puseram fim a resistência furiosa e continua daqueles orcs. O Plac deitara atordoado ao chão de soco que lacerou-lhe o rosto. Recuperados em folego, e do "pequeno incidente lacerante". Adentram a construção de madeira 'e gelo'. A guarnição inimiga já se preparava para o embate. Porta adentro, setas e projeteis voaram para todos os lados. Um Orc cruel e de volumoso corpo se aproximava aos Urros para golpea-lhes com Grandioso Machado. Arrancando lascas e farpas enormes a cada golpe, lançava detritos e farpas a todos os lados. Mais sinistro era o Orc vestido em seda vermelha que com olhar de trevas parecia  comandar o bruto. Cercado pelos guerreiros, o Orc em seda Vermelha os derrubava com poder da mente, outra bruxaria diabólica. Os guerreiros golpeavam violentamente e sempre eram retardados pelo poder das trevas daquele Orc. Celty, saltava e atirava enquanto o volumoso Orc golpeava e estraçalhava todo o local de madeira atingido. Celty vingativamente atingiu o Orc em seda vermelha, novamente celty abrirá brechas nos embates e que os guerreiros, para lastima do Orc, souberam usar. Golpes repetidos a barriga e cabeça, esfacelaram o Orc em seda vermelha. 

Isto para alivio geral dos guerreiros que estavam a ficar exaustos e por demasiado feridos. Logo os três facilmente obliteraram e eliminaram o Volumoso Orc que ainda erguia seu perigoso machado que aos três já tinha feito ferimentos preocupantes. A vitória finalmente deu sua graça. A questão era a sinistra porta adiante...





segunda-feira, 26 de março de 2012

Nevascas de golpes [Campanha Greyhawk. Tenh 591. 2012ad]



A Longa marcha de volta a base da resistência se iniciou, a fera abatida não era mais ameaça, o sacrifício não séria esquecido. Os ventos fortes do inverno fizeram aquele sétimo dia do tigre ser devastador para a moral de seus valentes guerreiros. Avançavam aos primeiros raios da manhã, que foram logo encoberto por nuvens cinzas. O vento os castigava ainda mais, a sensação de frio triplicava, os pequenos flocos de neve começavam a bater-lhes o rosto castigando-os. O clima inclemente se agravou. A caminhada de poucos metros na neve era exaustiva.

O perigo se avizinhava com a noite que preenchia o mundo com mais escuridão, buscavam chegar a um bosque mas até a visão de quaisquer deste estava comprometida com o volume de neve, buscavam abrigo desesperadamente, tentaram se agitar e o frio persistia, a moral estava em seu limite. A hipotermia castigava-os, a noite fora um tormento de febre e frio correndo-lhes os ossos, tremedeira incessante. Batiam em si mesmo tentando parar os tremores involuntários. Prosseguiram o 'dia' seguinte em muito sofrimento, temeram perder parte de seus corpos.



Mais um dia de tremores e frio e busca desesperada por abrigo, que conseguem precariamente erguer em meio a nevascas castigante. Ao décimo dia do tigre, os reconfortantes raios de sol afastavam as escuras nuvens, as preces a Pelor parecem que foram ouvidas, os ventos fustigadores acalmaram-se até a brandura levando a toques de calor reconfortante. Arrastando-se fracos pelos castigos e provações, foram apanhado pelos cavaleiros da patrulha de defesa e nem se deram contam do fato. Exaustos caíram em sono recuperador. Levados aos curandeiros, acordaram em meio a confortáveis camas de palhas e grossas e quentes cobertas de lã. Vinham-lhes trazer a refeição quente. Como de senso de dever com a sua missão quiseram levantar-se se por as armas e fazer o relato. Exaustos e convencidos por estar em seguram deram trégua aos cuidados oferecidos. Três dias se passaram. 

Ao décimo terceiro dia do tigre, viram a importância de livrar as estradas, ou trilhas seguras, do inimigo, montaram pelotão de mercenários que pagaram de próprio butim encontrado frente a inimigo. Três dias patrulharam as estradas e as acharam segura, até se depararem com guerreiros orcs brutais, o embate fora violento e cruel, seus mercenários caiam a simples golpes, mas o inimigo também sofreu pesadas baixas nesse conflito de atrito, a estrada estava coberta de corpos, e os defensores de Tenh mais uma vez caíram, sorte deles que inconscientes ante a morte certa, no dia seguinte a tragédia, os dois companheiros sobreviventes reavivados, feridos e derrotados, arrastavam-se até Redspan. 



Mais uma vez foram apanhados pelos cavaleiros da patrulha. Apanhados ao chão, em delírio, levados a socorro urgente. Passaram mais tempo a se recuperar. Celty enveredou, depois da recuperação, pelos idos do vigésimo quinto dia do tigre, a montar tropas a soldo dela, para combater de vez o inimigo das linhas do norte e pôs em prática seu intento. 

Com recruta Tor, Celty pôs a trabalhar um pelotão, que se dirigiu a linha de frente. Encarando a linha inimiga, de ordenados Hobgoblins, que foram rapidamente despachados a seu senhor de trevas. Avançaram até ter embate com a segunda leva. Com fácil vitória, avançaram como linha de vanguarda, e deram de cara com os alabardeiros traidores dos punhos de pedra. Que derrubaram o anão Tor a um golpe e puseram as forças de Tenh em recuo imediato. 

Voltaram a base feridos e furiosos, contrataram mais mercenários (milicianos ávidos por quaisquer moedas de ouro) e recompuseram sua pretensa companhia de guerreiros. Caçaram os alabardeiros, em movimentação que empolgou as linhas de defesa que acompanhavam a Temerária empreitada contra o inimigo. Depararam-se com um possível "oficial" inimigo, um monstro de era antigas, um 'dragoniano', besta vil... Um seta certeira fez a criatura cambalear antes mesmo de dar combate. Com certeza isso a deixou furiosa. O anão a fustigou com golpes pelos flancos, fazendo-a ficar mais furiosa. A execução fora rápida, para alegria da defesa, e deram caça aos alabardeiros. 

O embate com os alabardeiro se seguiu, reorganizados e zombando novamente da atuação "insana" do inimigo, puseram em riste suas alabardas. Assegurando o perímetro, investiram contra os alabardeiros. Ódio faiscavam de seus olhos, os alabardeiros ignoravam os golpes e seguiram em direção de abater os arqueiros. Mas ignorar o guerreiro miúdo prejudicou a estratégia. Tiveram de dividir a linha e mal puderam atacar os arqueiros pois o inimigo nanico ao centro demanda-lhes atenção, e quase conseguindo atacar Celty a viram saltar elficamente de um lado a outro fugindo dos golpes certeiros e mortais das alabardas. Mas no ultimo instante um alabarda acertou-a e derrubo-a enfim, mas ai ela preparou certeiras setas. 

Cercados e sangrando foram postos fora de combates e abatidos. O perseguidor de Celty prevendo sua morte, rendeu-se célere esperando o ato piedoso da rendição. Mas foram massacrados todos. A linha de defesa não viam todos os movimentos mais quando perceberam o fim dos Albardeiros ficaram exultantes.
Que proezas sanguinolentas, ainda os esperavam? 



sábado, 24 de março de 2012

Olhos na Neve [Campanha Greyhawk. Tenh 591. 2012ad]



Caminhos longínquos se perfaziam, uma área aberta devia se percorrida. Apreensão se via nos rosto enrijecidos pelo frio. O quarto dia do mês do tigre, corria lento e fluido como um rio congelado poderia sê-lo...
Celty checava pistas na neve, rastros, verificava um pouco da neve aqui e acolá, seus companheiros olhavam o horizonte descampado e os bosques congelados próximos. O silêncio os perturbavam, o roçar da neve e as pisadas no terreno macio sempre traziam seus riscos.
O silêncio logo fora quebrado, enquanto avançavam em direção ao rio, ainda distante, viam um pequeno destacamento ao longe, ainda não dava para saber quem eram, mas se moviam habilmente.
Como de tudo no Tenh se preparam para o embate, limpando as lâminas do gelo e da neve que tivesse colhido nesse meio tempo.
Um patrulha Hobgoblin veio até eles, os arqueiros inciaram as manobras, abateu-se as primeiras baixas ao inimigo. Como a brisa gélida e cortante, desfecharam um rápido golpe ao inimigo, silenciara-nos o mais rápido possível, uma patrulha enriquecida daquela forma teria de ter mais em sue apoio. Não podia ser tudo...
Mas o calor possível da vitória se desfez com o companheiro ferido que gorgolhejava sangue de uma seta vil que despercebida fazia seu efeito, como um agouro aos arqueiros remanescente aquela baixa cai sobre seus âmago como dor e sofrimento forte.

As pesadas se tornaram duras, seguiram arrastando-se em direção a fazenda que se avizinhava. Fumos de um incêndio apagado a poucas oras pela neve ainda persistia em subir, o rangido sombrio sobre os destroços enegrecidos não era acalentador. 
Algo se mexia, se debatia na proximidade dos destroços. Um refém ainda vivo. Libertaram-no rapidamente, esgueiraram pelas muradas ainda em pé. Antes do interrogatório ser feito, perceberam e seguiram os ruídos em meio as ruínas da pequena comunidade desfeita.
Seria um comandante hobgoblin?

Aquele oficial inimigo devia ser detido, emboscaram no que podiam, o cerco fora feito. Mas assim que os arqueiros entraram em ação fora abatidos um a um. Ragnar se pôs a frente prevendo o abate da elfa, o guerreiro da lâmina mágica seguiu o exemplo e avançaram em brados e blasfemas contra o inimigo que riam deles. "É tudo quem tem?", escarneou o hobgoblin em sua língua abjeta, mas não sabia que os guerreiro sabiam de seus negros segredos. Quando os golpes das espadas destes o rasgara-no, o hobgolin descrente desfalecia duvidando ainda de tais coisas. "Como pode?".
Aquela fazenda fora libertada, assim que possível seria reconstruída. Assim esperavam todos. Um triste funeral se seguiu, em meio ao gelo e neve, desvelou-se covas frias. Um final de tarde que corroíam-lhes o coração. Nada mais podia ser feito.

Montaram acampamento em meio aos destroços de uma antiga casa, limparam a área e puseram cobertura. A noite logo chegou.

O quinto dia do tigre fora feroz, o rugido gélido da nevasca que se abateu o impediram fazer mais do que reavivar a chama da fogueira e aquecer as mãos. 

O sexto dia se mostrou mais propicio a empreitada, duvida corroeu o grupo, voltar a base ou prosseguir na crucial missão. Metade do pelotão tinha morrido, mas o senso do dever com a missão os instigava. Prosseguir e não desistir, o que quer que isso significa-se frente ao impiedoso frio e atroz inimigo.

Emboscaram uma segunda patrulha que estavam indo para a segunda fazenda assinalada no carcomido mapa, isso se aquela mancha significa-se uma segunda fazenda. Com as lições aprendidas, atingiram com força e rapidez a fila inimiga que estava se movimentado, seus comandantes surpresos pouco puderam fazer exceto arma-se para combater os guerreiros avançando, a arqueira continuou a abater os incautos.
Derrubado e degolado o ultimo inimigo não opôs mais. Pequena barra de prata com simbolo do Maligno perturbou os guerreiros.

Avançaram a segunda fazenda, que semi-destruída e ocupada permanecia de fato lá onde fora indicada. A posição inimiga fora sitiada e atacada, esperavam eles a patrulha que vinha lhe reforçar as defesas. Para sua má sorte os combatentes do Ducado a acharam antes. A intrigante barra de prata do Maligno perfazia as posses da posição lá instalada, e devidamente eliminada.

Desocupar de vez as fazendas da ocupação do inimiga era o objetivo e devia se cumprida com a ultima vistoria da fazenda remanescente.


Só que havia algo mais que uma simples patrulha ou hobgoblins de ocupação. Avançaram eles de forma ágil, movido pela adrenalina dos embates anteriores e a vontade de acabar com aquilo o mais rápido possível. O quanto estavam atrás das linhas inimigas? Não encontraram aliados em lugar nenhum. Avançaram, vasculharam e nada encontraram. Se reuniram rapidamente para a deliberar, quando uma nuvem de gelo fino se aproximava. Um Dragão! Um dragão branco em rasante os atacava! "Que faz essa coisa aqui?", questionavam enquanto golpeavam ao esmo a nuvem branca que o dragão deixara quando passou.

A elfa via os guerreiros se debaterem em seus questionamento, enquanto mirava no peito da criatura, voava mas estava ao alcance. Fustigou a criatura que voltava para o ataque mais enraivecida. A criatura quase derrubara o guerreiro de Inyan com sua nuvem fria, sopro infernal que congelava até os ossos, pegos na traiçora nuvem Ragnar e Celty se mexiam para se reaquecer. A criatura branca subirá acima do alcance das armas, voava lépida, Ran irritava-se ainda mais. 

Quando voltava para escarnecer de suas vitimas em um ataque feroz com suas garras deixou a elfa escapar de sua visão sanguinolenta. Subia novamente, quando rasgos desesperados de Ragnar e Ran com suas laminas tentava impedi-lo, a criatura esquia se desvencilhava, mas deixou o ventre desprotegido e assim duas pesadas setas serrilhadas de aço lhe perfurava. A criatura atingida urrou em dor e se contorcendo no ar perdia o equilíbrio e sepultava seu vôo em tremenda queda que arrebentou o solo nevado. Oportunidade tenebrosa que a "vanguarda" do ducado não perdeu, golpearam a criatura, Ran em sua fúria começa-lhe a decapitá-la. O dragão feneceu. O manto vermelho do embate espalha por mais de cem metros, os vencedores recobertos de sangue congelando-se do dragão branco avançavam para o coração pulsante da criatura e foram arrancar-lhe. Seus chifres foram decepados, e o couro era prontamente raspado da carne. Ouvia-se os chutes e a fúria e a alegria desmedida dos "guerreiros" de Tenh. Quem podia condena-los no festim. 

quarta-feira, 21 de março de 2012

Vinho na Neve [Campanha Greyhawk. Tenh 591. 2012ad]



O velho derramou solenemente o aguado vinho em meio a neve, o manto branco que cobria tudo. Uma poça vermelha a mais não faria diferença. Exceto para ele, que fervorosamente pedia a Pelor que o ajuda-se na batalha que estava por vir. Os arregimentados que haviam sido possíveis, os loucos voluntários, refugiados da Montanha Griff, e todos aqueles que odiavam a terrível guerra viam aquilo como curiosidade de um tempo perdido, como se fosse de uma antiguidade perdida.
Para muitos aquilo fora somente desperdício das rações diárias. A névoa que se levantava denunciava o nascer do sol. O silêncio incomodava todos, os bárbaros pararam seus tambores e urros a algumas horas. Que isso queria dizer? Muitos olhavam atentos e perturbados. O clã Skaw mandara suas agorentas milícias. As vestes negras, deslizavam para as fileiras, como sombras se refugiando da luz...

Os veteranos passavam ordens para que fossem repassadas as linhas, um breve sussurrar se confundia com o breve vento. Alguns estandartes surrados e enregelados foram erguidos. Em alguns poucos instantes, ou bem mais de meia hora, não se sabe ao certo, ouve-se um farfalhar e arrastar constante, uma comoção perpassa a linha, os terrores da "batalha da muralha" e da "destruição da ponte redspan" ainda atordoava muitos. 

Pedras e estilhaços pequenos começam a cair na linha e arredores, acertando um ou outro, o barulho de pedras batendo em madeira, couro e metal preencheu a linha, mas não causou terror, muitos já haviam passado por isso, mesmo não sendo soldados ou da milícia, como na situação em que se encontravam agora. Celty, miliciana do clã Tate da montanhas e seus companheiros, Ragnar, sisudo e rígido, e Ranny (ou Ran), guerreiro do Inyan, dois guerreiros recém-arregimentados, correram a linha um pouco depois. Ríspido e pretenso Ragnar apresentava credenciais aos Reeves encarregados, coisa solenemente ignorada pois a esperada do ataque eminente a todos preocupava.



Um urro generalizado se ergueu assim que o exército de criaturas verdes de variados tamanhos marchavam tentavam adentrar a grande brecha da muralha derrubada. Os corneteiros em brados repetidos zoavam o alerta. O embate se fez em seguida e o ruído continuo do embate permanecia frente aos gritos de dor e desespero. O Pútrido fedor da morte se elevava. A pequena unidade se organizou, a elfa, os dois humanos e quatro arqueiros da milícia se posicionaram e projetaram a frente da linha.

A primeira leva fora detida. Ragnar cogitou, ou recebeu ordens, para a preparação de trincheiras. não havia muito tempo para preparar defesas em meio a neve e corpos. Organizou-se e improvisou-se pás para as rasas trincheiras. A elfa ficou olhando os humanos trabalhando. Como era de costume geral ninguém se incomodou com o fato dela nada fazer. O que a satisfez, enquanto vasculhava o horizonte já livre da névoa da manhã que terminava. Neste meio tempo a elfa buscou o que fazer e foi para a cozinha bem atrás na linha perto das construções do quartel, parte ainda em pé da fortaleza. Buscar lenha para o cozinheiro ávido fora meio perturbador. Voltou a tempo do segundo embates. Que por sorte fora mais leve.



Voltaram a base em busca de informações, e tiveram um rápido encontro com o Duque, recebendo as ordens para se deslocarem para a defesa da área do bastião caído. No segundo dia do mês do tigre de 591, avançaram para o sudoeste, esperando preparar algumas defesas antes. Mas não foi o que aconteceu. Tiveram que conter uma levas que tentavam passar pelas brechas daquela posição destroçadas. A defesa se posicionou um pouca atrás e aproveitou os destroços. O inimigo falhará outra vez, mas a questão perturbadora era que eram organizados e sistemáticos, quanto mais poderia aguentar Redspan sem posição viável pelo rio ou sem rotas, em breve estaria em cerco. Avançaram as torres sul que se mantinham bravamente com os veteranos e valentes soldados, e receberam essa notícia que os veteranos também tinham percebido. Rumaram ao sul, no dia seguinte assim que se proveram dos suprimentos que podiam.

Aquela ofensiva ligeira poderia dar alivio as tropas e liberar linhas para futuros suprimentos, se outras partes do mundo também não tivessem sucumbido a Iuz. Os Comboios de Urnst, Condado e Principado, poderiam ser contatados. 

Se não fosse por um porém, as patrulhas Hobgoblins.


sexta-feira, 16 de março de 2012

Templos/Religiões em Tenh [Greyhawk]





Organizações/Filiações. Templos/Religiões em Tenh [Greyhawk]

Pelor. O deus do Sol (ou o Sol), senhor da luz, cura e força.
"Serei misericordioso, assim como o Sol da Misericórdia brilha sobre mim".
Relíquias: Estrela da Manhã, Fragmento Solar.
Missões: Geralmente confrontar mortos-vivos e necromantes.
Poderes Executivos: Cruzada, Beatificar, Ofício.
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1. Acólito. Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Diácono. Ritos da Benção (+2 em Cura).
3. Presbítero da Luz . Jornada da Purificação (+2 em Intuição).
4. Cônego Solar. Acesso a uma Relíquia.
5+. Monsenhor Iluminado. Administração do templo. Poderes Executivos.

St. Cuthbert. O deus da Retribuição, senhor da sabedoria, honestidade, verdade, disciplina.
"O caos e o mal prevalecem onde as pessoas de bem não tomam atitudes".
Relíquias: Maça da Lembrança Perpétua, Tabardo da Grande Cruzada.
Missões: Reparar injustiças, vingar herói caído, cruzadas.
Poderes Executivos: Cruzada, Beatificar, Inquisição.
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1. Acólito. Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Diácono. Ritos da Disciplina (+2 em Atletismo).
3. Presbítero do Dever . Jornada do Dever (+2 em Religião).
4. Cônego da Disciplina. Acesso a uma Relíquia.
5+. Monsenhor da Justiça. Administração do templo. Poderes Executivos.

Nerull. O deus da Morte, senhor da escuridão, assassinato e submundo.
"Vós me concedestes o domínio sobre os mortos...".
Relíquias: Incensário do último suspiro, Tabardo do sem-corpo.
Missões: Ritos funerais, extinguir vidas, dessecar corpos.
Poderes Executivos: Assasinato, Praga, Cruzada.
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1. Acólito. Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Diácono. Coveiro (+2 em Atletismo).
3. Presbítero da Escuridão . Jornada das Profundezas (+2 em Blefe).
4. Cônego do Suspiro. Acesso a uma Relíquia.
5+. Monsenhor do Submundo. Administração do templo. Poderes Executivos.

Obad-Hai. O deus da Natureza, senhor dos bosques, liberdade e caça.
"Obad-Hai, minha sede por conhecimento cresce, dai-me vossa sabedoria".
Relíquias: Armadura das Folhas de Outono, Cajado do Carvalho da Perseverança.
Missões: Proteger as Florestas, impedir a corrupção, impedir a extinção de espécies.
Poderes Executivos: Praga, Presente, Ofício.
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1. Semente. Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Broto do Bosque. Contato com o pai (+2 em Natureza).
3. Primaveril . Jornada Interior (+2 em Intuição).
4. Coletor de Obad-Hai. Acesso a uma Relíquia.
5+. Caçador de Obad-ai. Administração do templo. Poderes Executivos.

Allitur. O deus da Ética, senhor da propriedade, conhecimento e lei.
"O povo deve entender e respeitar sua cultura e tradições, ou pode resultar na dissolução da sociedade".
Relíquias: Livro das Leis, Luvas da Conduta.
Missões: Perseguição e punição de criminosos, corpo diplomático, envio de mensagens.
Poderes Executivos: Cruzada, Beatificar, Lei.
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1. Acólito. Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Diácono. Moral cívica e Ética (+2 em Diplomacia).
3. Presbítero da Rito . Mestre das Tradições (+2 em História).
4. Cônego Sábio. Acesso a uma Relíquia.
5+. Monsenhor da Conduta. Administração do templo. Poderes Executivos.

Beory. A mãe terra, deusa da natureza, chuva e água.
"Aquela que trás a vida, portadora do ciclo da vida, nascimento e morte".
Relíquias: Água Refrescante da Mãe, Coroa do Crescimento Fiel.
Missões: diminuir a dor e sofrimento por onde passam, levando o acalentar da mãe.
Poderes Executivos: Presente, Beatificar, Ofício.
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1. Acólito. Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Filho da deusa. Mãos das bençãos (+2 em Cura).
3. Portador do Orvalho . Resplandecer da vida (+2 em Natureza).
4. Buscador do Círculo. Acesso a uma Relíquia.
5+. Viajor da Fonte. Administração do templo. Poderes Executivos.

Berei. A mãe zelosa, senhora do lar, família e agricultura.
"O nascimento de uma nova criança em tempos de plenitude é uma benção e uma oportunidade para resolver diferenças e restaurar os laços fraternais dentro da família".
Relíquias: Sementes da Fertilidade, Enxada do Arado Abençoado.
Missões: realizar casamentos, proteger a Casa, plantar, realizar partos.
Poderes Executivos: Feriado, Beatificar, Ofício.
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1. Acólito. Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Diácono. Benção ao Lar (+2 em Cura ou +2 em Natureza).
3. Presbítero Caseiro . Lições de união (+2 em Religião).
4. Cônego Agrícola. Acesso a uma Relíquia.
5+. Monsenhor Restaurador. Administração do templo. Poderes Executivos.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Ordens e Militares em Tenh [Greyhawk]





Organizações/Filiações Ordens e Militares em Tenh [Greyhawk]

Ducado de Tenh. Força de Defesa e Reconquista de Tenh.
As Forças do Ducado, organizaram as milícia e da Cavalaria para a defesa e reconquista de Tenh. Se opondo a todas forças invasoras, Iuz, Punhos de Pedras, Reis Bandidos e a Teocracia de Pale.
Terras Natais: Tenh.
Poderes Executivos: Terror, Guerra, Saque.
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1. Milícia (Milite). Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Xerife (Shire Reeve). Tabardo Brasonado (+2 em Intimidação).
3. Arauto (Herald) . Jornada (+2 em uma perícia: Ferreiro [Tolerância], Mineiro [Exploração], Lenhador [Natureza ou Atletismo], Construtor [Atletismo ou Exploração], Padeiro [Percepção], Escriba [Diplomacia]).
4. Mestre. Escolta (4-6 Soldados).
5+. Cavaleiro (Sire). Fila ("Lança" composta de: Escudeiro, Pagem, Dois Arqueiros (ou Besteiros. Montados), Espadachim). Poderes Executivos.



Cavaleiros do Escudo Sagrado. (Holy Shield). Defensores da terras do Escudo Sagrado.
A Ordem de Cavaleiros do Escudo Sagrado, defendiam seu reino, do Escudo Sagrado, até verem seu reino destruido. Agora mantem fortificações e combate as forças de Iuz em tempo integral. Esperam juntar forças e reconquistar suas terras.
Terras Natais: Escudo Sagrado (Ex-Reino).
Poderes Executivos: Cruzada, Guerra, Saque.
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1. Escudeiro. Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Irmão Escudo. Escudo Brasonado (+1 em CA se porta o escudo brasonado).
3. Fiel Escudo . Protetor-Barbeiro (+2 em perícia Cura).
4. Marechal Escudo. Pavises (4-6 Soldados).
5+. Cavaleiro do Escudo. Fila ("Lança" composta de: Escudeiro, Pagem, Dois Arqueiros (ou Besteiros. Montados), Porta-Escudo-Torre). Poderes Executivos.


Cavaleiros da Vigília. Defesas contra os Bárbaros e forças ocidentais (Baklunish).
A Ordem dos Cavaleiros da Vigília foram montados para combater bárbaros e seus lideres, bem como hordas invasoras, são a vanguarda defensiva enquanto as nações protegidas reúnem seus exércitos. Há um corpo Expedicionário que atua como guerrilha e outras opções 'desonrosas', que até mesmo o corpo da ordem despreza (mas não combate sua existência).
Terras Natais: Geoff. Grão-Marquesado.
Poderes Executivos: Incursão, Guerra, Cruzada/Terror (Se Expedicionário).
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1.Vigilía/Expedicionário. Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Vigilante/Marechal. Treinamento da Vigília (+2 em Percepção).
3. Arauto Vigilante/Irmão Expedidor . Escaramuçador (+2 em Furtividade).
4. Mestre Vigilante/Mestre Explorador. Vigias (4-6 Soldados).
5+. Cavaleiro da Vigília (Ambos). Fila ("Lança" composta de: Escudeiro, Pagem, Dois Arqueiros (ou Besteiros. Montados), Batedor). Poderes Executivos.



Cavaleiros do Cervo. Primeira linha de defesa e batedores.
A Ordem dos Cavaleiros do Cervo, agem como a linha de defesa inicial de suas jurisdições, atuando como batedores e vanguarda e corpo auxiliar de cavalaria. A intensidade dos combates na guerra de greyhawk os posicionaram como força de elite, pontas de lança importantes. A Ordem se divide em três ramos nacionais, High Forest dos elfos, Veluna e Furyondy.
Terras Natais: High Forest, Veluna, Furyondy.
Poderes Executivos: Incursão, Guerra, Cruzada (High Forest);
Guerra,Cruzada,Presente (Veluna);
Incursão, Cruzada, Beatificar (Furyondy).
Nv Status. Títulos. Benefícios.
0-1.Escudeiro. Acesso ao Ponto de Ação de Grupo.
2. Marechal de Armas. Ataque Predestinado (+2 de dano contra Iuz) [Furyondy]; Sem Rastros (Não deixa rastros) [High Forest]; Aura da Confidência (+1 para ataque e danos para aliados até 3m) [Veluna].
3. Corneteiro. Hoste (3 Soldados).
4. Comendador. Visão da Verdade (Vê um inimigo invisível. encontro) [Furyondy]; Montaria (Um Cervo treinado como montaria) [High Forest]; Implacável (+5 pontos de vida) [Veluna]. 
5+. Cavaleiro do Cervo. Fila ("Lança" composta de: Escudeiro, Pagem, Dois Lanceiros, Um Batedor Montado). Poderes Executivos.