segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Colheita se aproximando! [Campanha Local]


O tempo da colheita se aproxima, o inverno também se aproxima e perturba os ventos, que não umedeça e estrague as colheitas. Ao apoio de druidas e clérigos, estoques são feitos, o ranger das rodas das carroças constantemente a forçar os caminhos. Escoltas alertas em tempos turbulentos, não a muito a se fazer, já se fazem os preparativos para racionar, encarregados se preocupam e aceleram o que podem para encher habilmente os celeiros fortificados. Quanto sangue foi derramado para livrar um minimo de terra?  
Muitas partes estão infectas ou amaldiçoadas, corpos pútridos são amontoados, e queimados, não dá para fazer trincheiras ou valas. Temem-se a grande fúria do Iuz e seus lacaios. Os céus acinzentam-se e tudo parece perecer sob um aura de podridão, pragas de ratos são afugentadas, outras pestes os acompanham, não é anormal o grande número de aves morta-vivas que devoram nos amontoados. Explosões carregadas de estática são ouvidas ao longe, até os magos tem seu trabalho redobrado nesses tempos, que outrora preparavam um grande festival.

Não há mais festas, como haviam, a alegria sumiu, sobra o vento e a rudeza e o silencio cúmplice  Não há reclamações, isso parece doer mais, as pessoas seguem adiante. Esperam as barcaças pelo ameaçado rio. Piratas? Quem sabe. As pedras são amontoadas enquanto isso. A grande peste de Iuz assola o norte e a fresta, força a terra do escudo além da escassez. Será o destino dessa terra? Ouve-se os rumores de demônios...



Mais uma carroça chega a Redspan, um pouco mais de ração para o inverno que se abaterá implacável. Logo ela é descarregada e a montaria acoitada a seu limite. O que move esse povo? Tão castigado, tão amaldiçoado, tão doente. Elfos não são mais estranhos por essas bandas, com a "estrada" quase defendida, é possível essa troca. Elfos precisam de metais... Parecem ter um gosto estranho de levar entulho enferrujado. Deixam as curiosas pinkes de floide em seus cestos, com seu aroma doce de quase de framboesa.
O pó da muralha cobre um lado da cidade, as obras não param, precisam correr. Parece que a cidade está em perpetuo incêndio, junto com os incêndios nas proximidades que existem, fica um tanto estranho.
O Martelar e machadadas continuas são ouvidas, juntamente com os gritos dos porcos que vão ser defumados. Será está a época feliz?