domingo, 18 de agosto de 2019

Contos de Drakov - Aventuras em Redspan...

Contos de Drakov - Aventuras em Redspan... (Ducado de Tenh. Greyhawk).



A longa noite de Drakov:

'Enfim chegava a Redspan com meus companheiros. Estava cansado, porém muito satisfeito com o sucesso da missão.

Por um momento me separo de meus amigos e dirijo-me a um local ermo, atento para que ninguém me seguisse. Uma placa de um pequeno comércio da cidade guardava símbolos minúsculos indicando que o local era seguro e ponto de encontro para clérigos e sacerdotes de Pyremius. Era um santuário secreto. Planejava entrar e doar 100 po para a administração, além de fazer orações como de costume.

Eis que, subitamente, sinto um grande mal estar, muito tonto, e caminho mais um pouco pela rua. Uma visão estranha, de um mar de fogo, parecia querer consumir minha alma. Uma risada sinistra ressoava naquele abismo de fogo, que dizia: ELE É MEU! HAHAHAHAHAHA!!!

 Estava caindo num grande abismo de fogo, desespero e sofrimento. Fui tomado por um grande terror, afinal o que estava acontecendo?? No meio de tantas trevas, olho para o alto, procurando uma salvação... e algo muito diferente do que já tinha visto me aparecia. Algo que brilhava em múltiplas cores acenava para mim, e logo entendo que esse "algo/alguém" estava me dando uma chance de sair daquele terrível destino.

Fixo meu olhar nessa luz, nesse brilho magnífico, e vou me distanciando do mar de fogo que me esperava lá embaixo.

 Uma voz imponente e serena fala comigo:

" Drakov! Drakov!

Sei que me escutas. Você é meu servo e deve me servir neste mundo. Eu te ofereço o brilho e a tranquilidade das estrelas, o descanso dos dignos heróis, o amor da sabedoria e do conhecimento superior. Afasta-te do Abismo e vem para a luz."

Após acordar de tais pensamentos e delírios, olho ao redor e percebo que estava numa outra rua, diante de um santuário... Um santuário de Celestian, Senhor das Estrelas.

'Agora entendo! Era o senhor, grandioso Celestian!'

Humildemente, me prostro diante de seu símbolo sagrado, curvando minha cabeça até o chão. Quase 20 min. depois, uma mão toca meu ombro. Um velho sacerdote vestido de azul, com um sorriso sereno, me convidava para entrar.

'Sonhei com você. Celestian te chamou, não foi? Venha, tenho muito a te ensinar.'

Durante a visita, faço amizade com o bondoso sacerdote, que me ensina os mandamentos, princípios e regras do culto a Celestian. Na despedida, o meu novo amigo agradece muito pela visita e pela boa conversa, entregando dois pergaminhos que continham orações diárias e dicas para rituais."

Por Danilo Largatixo

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Pathfinder 2 - o Pdf traduzido já saiu!


Cá no Brasil saiu o Pathfinder 2 (em pdf)! O site desabou, voltou, desabou, voltou! o Pessoal está alvoroçado! xD

Cá na leitura de leigo em relação a path 2: Ficou diferente do playtest sim! Deram uma limpa naquela tabelas duvidosas do playtest (limparam a casa kkk).

Minha impressão até agora: Está focada no player! Sim, ela favorece as escolhas do player e customização do personagem (e para os mestres dá várias ideias de como customizar as opções e ajustes e adendos a seus cenários).

Para Mestres, parece-me, que deram uma limpa geral naquela miríades de ferramentas do path 1...  Uma organizada geral que vai facilitar na hora de adicionar suas próprias historias e ideias a campanha. E com o capitulo separado para detalhes de mecânica do jogo essa parte fica facilitada...

De resto, esperar o lançamento do Bestiário, para por essa coisa para os testes práticos...

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Dragão de Petróleo, para Savage Worlds


              Dragão de Petróleo 

Dragão de Petróleo                 
AGI d8 AST d12+1 ESP d12+1 FOR d12+6 VIG d12+3                 
TAM +10                 MOV 8                 APA 9                 RES 26 (7)                 "CAR": +4

Perícias: Lutar d12+3, Intimidação d12+5, Con. (Arcano) d12+5, Con. (Prospecção) d12+5, Persuasão d12+5, Consertar d12+5, Perceber d12+5, Furtividade d12, Conjurar d12.

Habilidades: Ambidestria; Antecedente Arcano (Magia); Focado; Varredura; Musculoso.

Armadura Natural: +7 escamas; 
Mordida: For+d8; 
Garras: For+d8; 
Cauda: varredura, For+d6; 
Aura de Medo: -3 todos os que o ver; 
Voar: 5 q (estritamente caculado); 
Escavar: 8 q (a pântanos, desertos e coisas viscosas, como betume, óleo, piche, petróleo e similares)

Baforada: de  Fogo: cone, teste Agilidade -2, 2d12 de dano de fogo; 
Baforada: de Gasolina: "spray", nuvem em modelo de explosão grande. Testam constituição, em falha fica cegos pela nuvem de combustível. Obs: Qualquer chama que "adentrar" a área, causará explosão(2d12) ...4d12 de dano se o Dragão usar de baforada de fogo na rodada subsequente... 
"Agarrar" de Betume (Especial):, cone, teste Agilidade -2, as criaturas que falharem estarão presas no óleo bruto/piche, com risco de serem incendiadas (1-3 em 1d6). Para sair do Piche, faz teste de Força, se passar: sai e leva 2d10 de dano (gruda na pele).

Resistência Arcana: +6 resistir/dano contra magias; 
Imunidade: Fogo, sono e paralisia; Fraqueza: Frio (dobro de dano); 
Resistência: -4 danos normais (exceto mágico); 
Robusto: um segundo abalado.

Tesouros: Vasto.                               
Terreno: Colinas; Pântanos; Charcos; Montanhas; Deserto.     
Organização: Solitário.

"O Dragão de Óleo, ou dragão de petróleo, pode ser facilmente confundido com um dragão negro, mas logo sua viscosidade e brutalidade corrigi o leve engano. Pode ser encontrado em uma variedade maior de ambiente, normalmente os locais em que se encontram tem o dobro da temperatura do ambiente. Vive de devorar tudo o que ficar preso em suas poças de óleo, betume e variedades gosmentas. Tendem a ignorar gigantes nos arredores de seus ambientes, exceto os mais tolos que fiquem presos, estes são prontamente devorados. São terrivelmente ávidos, exigindo demais dos arredores, a vantagem e sorte desses ambiente é que eles estão relativamente presos as suas dependências territoriais (tendem a secar eventualmente se forem audazes demais). Gnomos demonstraram uma curiosidade, quase mórbida a essas criaturas, o que foi estranhamente retribuído (eles tendem a raptar gnomos como pets...)"

P.s.: eis aí, kkkkk vcs provocaram... kkkk seus gnomos e halflings despudorados ...


Créditos: Mestre Malevo e Halfling Carambola... kkkkkkkkkkk

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Were-Owl, Homem-Coruja para Savage Worlds

Cá vai a ideia..

Were-Owl, ou do Homem-Coruja


Were-Owl

Vulnerabilidade-Prata (Fraqueza): Dobro de dano por Prata e por armas mágicas.

Transformação (mudar forma): Requer uma ação para Teste de Espírito (-4 para o teste se não houver lua ou for em ambiente fechado).

Na Forma de Coruja ‘Atroz’:
      Garra: For +d6
      Bico: For+d6
      Visão de Coruja: +2 para testes de Percepção (Visual), +2 contra Emboscadas.
      Paciência de Coruja: +2 em testes de Furtividade (imóvel ou voando)
      Vôo: No deslocamento da Movimentação (usual).

    


P.S.: Não faço ideia a que homens-coruja são vulneráveis, talvez a sabão em pó (o m o ... badumtsss)...



segunda-feira, 18 de março de 2019

Cenário Império de Las Casas - Ajustes Raciais usando Falkenstein.

 Ajustes Raciais usando o sistema de Castelo Falkenstein.



Das Raças no Mundo de Las Casas...
[Usos de Glamour; Eterealidade; e Poderes Raciais, dependem de cada raça – diferente de Falkenstein (e a gosto e ajuste do Anfitrião para seu cenário e jogo).
A perícia Magia/Feitiçaria começa em Fraco, adicionalmente – como em Falkenstein]


Munchkins (Azul) 
Farejar Metais (perícia Racial): 10-100 metros.
Cervejeiros (perícia Racial): fabrica cerveja rapidamente (quase-mágica...)
Carismáticos: A habilidade Carisma começa em Bom 

Winkies (Amarelo) 
Artesões: A habilidade Ofícios/Mecânica começa em Bom 
Imunidade a Ilusões (perícia Racial). ...
Joalheiros (perícia Racial): como oficios de Brownies...

Quadlings (Vermelho) 
Fazendeiros (perícia Racial): Podem realizar 'serviços da fazenda' em 1 hora...
Curiosos: A habilidade Idiomas começa em Bom.
Pacíficos: A habilidade Trato Social começa em Bom. 

Gillikins (Púrpura) 
Montanhistas: +2 ‘PV’ ao combater em montanhas
Sobreviventes: A habilidade Sobrevivência começa em Bom.
Andarilhos: Não podem ser emboscados em Florestas e Descampados.

Emeralds (Verde) 
Belos: A habilidade Aparência começa em Bom. 
Atentos: A habilidade Percepção começa em Bom.
Lógicos (perícia Racial). Podem resolver enigmas/burocracia com facilidade.

Tin-folk (Metálico) 
Imunidade a Venenos (perícia Racial).
Não Necessita de alimentos, exceto óleo de máquina (de preferência).
Não Necessita Respirar.
Reparos: Não se curam. São reparados, com o metal de qual é tipo.

Porcelain (Branco) 
Imunidade a Venenos (perícia Racial).
Não Necessita de alimentos, exceto Chá, açúcar a gosto.
Não Necessita Respirar.
Reparos: Não se curam. São reparados, com a cerâmica da qualidade de qual é tipo.

Rabbitfolk (Neratuu) 
Salto (perícia Racial). Cada sucesso é “um deslocamento” adicional.
Velocidade: A habilidade Atletismo começa em Bom.
Sorte (perícia Racial). Podem reverter uma situação de ‘azar’.

Bearfolk (Ursine) 
Scavenger: Imunidade a Venenos (perícia Racial)
Cave Dweller: A habilidade Percepção começa em Bom.
Garras (Baseado na Compleição física. Como visto em Dragões).

Catfolks (Gugu) 
Nove Vidas (perícia Racial): Evita dano de quedas
Furtivo: A habilidade Furtividade começa em Bom.
Veloz: A habilidade Atletismo começa em Bom. 

Lionfolk (Gugu) 
Bravura: A habilidade Coragem começa em Bom.
Maestria: A habilidade Trato Social começa em Bom.
Bote (perícia Racial): o bote pode causar dano adicional em ataques.

Hawkfolk (Gugu-Aarakocra) 
Voo (perícia Racial): pode voar.
Garras (Baseado na Compleição Física. Como visto em Dragões).
Percepção nas alturas: A habilidade Percepção começa em Bom 

Ogros/Gigantes (Hooopers) 
Enorme (Baseado na Compleição Física. Como visto em Dragões).
Forte: A habilidade Briga começa em Bom.
Pele de Pedra (perícia Racial) Pode “ricochetear” danos.

Centauros (Equinots) 
Velocidade: A habilidade Atletismo começa em Bom.
Forte como Cavalo (Baseado na Compleição Física. Carga x4).
Coice (Baseado na Compleição Física. Como visto em Dragões).

*Espantalhos (Especial - requer anuência do Anfitrião. Espantalhos são feitos com poder mágico e magia é coisa séria e perigosa).
Imunidade a Venenos (perícia Racial).
Não Necessita de alimentos, exceto uma fruta/cereal (de preferência).
Não Necessita Respirar.
Reparos: Não se curam. São reparados, com palha, madeira e tecido (a depender da composição).




domingo, 17 de março de 2019

Cenário Império de Las Casas - Mapa do Ocidente

Cá vai o mapa da primeira parte (o prosseguir do projeto vai ao ritmo de 'festa' das digitações, ou não.. kkkkk)


sábado, 16 de março de 2019

Cenário Império de Las Casas - Vice-Reino do Prata



Isto é um Cenário. Uma obra de Ficção. 

Vice-Reino do Prata (Prata/Plata).

A região do Prata tivera seu povoamento por tribos canibais e titãs insidiosos, como visto na Cueva de las manos, os horrores desses tempos. Caçadores de cabeças notórios como os selknam e yaghan foram nomes temidos por muitos séculos. Os Piruw tiveram, muito tempo depois, pequenas fazendas de grãos e entraram em contato com os Mapuches, Kom, Wichi, Charruas, Minuanos e eventualmente guaranis. Com isso espalhou-se rebanhos de lhamas, devidos as trocas e comércio de escambo.
Os colonos de Aragón, Léon e Portugal chegaram aos poucos e estabeleceram suas colônias nesses pastos do sul. Logo uma organização se deu, com o Vice-Reino do Prata. As minas de Prata governavam os rumos políticos da colônia, subordinada aos interesses militares de León ou Aragon (a depender da balança política da época. Trocando e voltando aos donos metropolitanos).
Claro que isso criou uma divisão em facções na política e as vezes territorial no Vice-Reino. O Vice-Reino sofreu seus piores ataques em 1806 e 1807 vindos de Wessex, que estava desesperada por suas variadas guerras. Logo depois de lutar contra os Wessex e vencer, lutaram contra Léon na Guerra Peninsular e em 1810 proclamando sua independência. Logo sufocada pela guerra que se seguiu e a final capitulação frente as foças
montanhesas de Piruw em 1816. Pouco tempo depois, os caudilhos se acharam forte para “uma nova tentativa”, e foram derrotados em 1820 na Batalha de Cepeda. Em 1831 o Caudilho Rosas atacou embarcações dos Francos, provocando um conflito em torno de Buenos Aires. Em 1836 explodia uma revolução que uniu caudilhos de Potosi e Prata (1836-1839). As Leis de Piruw foram duras na tentativa de diminuir os conflitos,
provocaram uma onda de confisco de criminosos (e muitos inocentes no meio). Explodindo a Guerra de Urquiza de 1852 e 1859, causando uma mortandade impressionante. Como resultado disso, uma grande depressão econômica se abateu, aliviada em parte com a compra de Gado para suprir as tropas de Piruw. Logo a Guerra do Paraguai provou que os estrategistas do Piruw estavam certos em reorganizar seus Exércitos na região. 
Com o aumento da alfabetização obrigatória, diminuiu-se a força de influencia dos caudilhos, que ainda assombram a região (inclusive do Brésil). A indústria de laticínios e de corte de gado, e carnes claro, se tornaram um ativo de importância.


[Forças do Prata antes da derrota para as Forças Montanhesas de Piruw]

[Massacres e carnificina nos Pampas sem lei]

sexta-feira, 15 de março de 2019

Cenário Império de Las Casas - L’Emperie du Brésil




Isto é um Cenário. Uma obra de Ficção. 

*L’Emperie du Brésil (Brésil).

Dividido entre várias tribos nativas, muitas delas canibais e controlada por Titãs nômades escravistas. O território era um enorme e sangrento campo de batalha. Os portugueses foram os primeiros audaciosos a chegarem em tão exóticas terras, além do Brésil compartilhar o nome com a lendária Hy-Brazil (chegou-se a conclusão que isso se deva as fortalezas voadoras dos Titãs, que assolavam, também, a Irlanda, Islândia etc). A colonização fora lenta, entre as alianças entre os portugueses e tribos nativas contra tribos canibais e tribos sob controle notório de Titãs (como Tupã), que se deslocavam guerreando contra tudo e todos.
As 15 Capitanias fora um experimento para resolver a situação, com seus sucessos e falhas nessa empreitada. A Batalha contra as Brutais Amazonas, levou a um tipo particular de colonização, com Fortes e Fortalezas bem demarcados nos territórios. O Modelo depois foi usado ostensivamente em todo o Brésil, principalmente com as inovações militares dos 1600. Outras nações que tiveram suas atenções chamadas para os feitos, mandaram seus colonos, dentre os mais notórios os Francos e Flamengos (Flander). Os novos colonos foram rapidamente incorporados aos colonos locais (para desgosto de suas metrópoles), essas tropas adicionais foram cruciais nas guerras contra os titãs. Gananciosos de Flanderes não gostaram e partiram para os territórios Antillen, muito holandeses e colonos ficaram, todavia.
Vingativos mandaram seus corsários atacarem seus irmãos e ‘brasileiros’, foram repelidos nas décadas seguintes continuamente. As guerras europeias levaram a nação em formação a tomar uma posição de Neutralidade, tinha-se problemas
maiores no Brésil que a “bandeira de algum condado esquecido distante”. Em 1808 os conflitos chegaram as constas do Brésil, mas anos de combate a corsários mostraram bem mais que fortalezas costeiras para as defesas. Muitos portugueses imigraram para o Brésil contra o estado-fantoche que Portugal se tornaram. Em 1822, o príncipe-regente em difícil decisão declarou a independência. Hoje o Brésil é uma potência consolidada no continente, com suas vasta ferrovias e parque industrial. Suas preocupações residem, na atualidade, com seu vizinho hostil que tem atitudes belicosas, os Antillen. O que o grande gigante irá fazer se provocado?




[Voltigeurs Imperiais du Brésil]

[Seleção Imperial, campeã em 2010 na Copa Mundial de Aero-Bola em Oz]

[As Fortificações Ostensivas do Brésil]

quinta-feira, 14 de março de 2019

Cenário Império de Las Casas - Reino de Piruw Qhapaq




Isto é um Cenário. Uma obra de Ficção. 

*Reino de Piruw Qhapaq (Piruw Qhapac/Piruw).

A Antiga Nação se rebelou contra os Titãs, em uma guerra sangrentas pelas montanhas contra os titãs, obtiveram a simpatia de um titã solar, estabelecendo uma nova Nação sobre o Império Titã. Gradualmente o titã solar se afastou, mas os ritos de homenagem nas montanhas continuam até a atualidade. A chegada dos colonos de Aragon e Léon fora vista com alegria. Isso não durou muito com a grande praga de varíola de 1524 e 1526. O reino entrara em caos e fora uma oportunidade para bandoleiros, saqueadores e pirata. Apesar da guerra cobiçosa pela montanha de prata, se restabeleceu a paz. O país claro tratou de reforçar suas defesas e adotou as ‘modernas’ práticas comerciais, suplantando gradualmente a ‘economia da prata’. A insistentes incursões Antillen escravista, foram uma preocupação secular. Em 1800 interviram nas guerras coloniais Europeias, nos conflitos de Potosí e Vice-Reino do Prata. Com a vitória sobre o Vice-reino, acabou por “anexar” a colônia vizinha. Manteve, contudo, uma organização similar, tanto que também há um vice-rei, agora do Piru Qhapaq. O Vice-Reino serviu ao interesse Piru-Qhapaq, contra quaisquer
possibilidades do Brésil querer se expandir.
Contudo como resultado, tem que lidar com recorrentes Caudilhos que acham que podem criar uma grande nação do Prata. Uma última e dramática atitude dessa resultou na guerra do Paraguai. Piruw-Qhapaq e Brésil levaram 5 anos de guerra sangrenta contra o Carniceiro Paraguaio, que deve ter tido alguma ajuda externa para desestabilizar a região (Uns apontam as baionetas contra os Antillens, e os mais cautelosos apontam para a Dinamarca).Com o banimento completo da escravidão nas Terras Piruw-Qhapaq, com muitos sacrifícios e guerra contra cultos de Titãs, ainda teve o país lidar com uma rebelião de rancheiros, que quase expandiu a guerra para a Patagônia (Esta terra por si só permanece um mistério com suas ruínas titânicas de tempos muito antigos). A monumental arquitetura antiga,  reflete nos vastos e grandes prédios públicos, com pátios (ou mesmo descampados) enormes, que tanto servem para os cultos religiosos, quanto para variadas e coloridas festividades. Sua indústria têxtil é notória e conhecida, bem como suas instituições de ensino, que presam como nenhuma outra nação as engenharias civis e arquitetônicas. Alguns costumes antigos são mantidos por esse povo tradicional, não é raro cometer gafes, mas os sempre gentis cidadãos transparecem que nada aconteceu.

[Industrialização Andina]

 [Festival de Inti]

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