sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Campanha em Greyhawk! Experimento 2010 s2


Bom, vamos testar um experimento na nova campanha a ser iniciada.
No velho e estimado (ao narrador ao menos kkk) mundo de Greyhawk.

A consideração acerca do sistema usado nWoD, se vai dar certo não sei. Abre outra questão em que site postar? Como o foco dessa campanha é "medieval", postarei aqui.

Os preparativos foram expostos no orkut , da seguinte forma:

Greyhawk nWod

Retorno a Greyhawk. "Em Busca da Tumba dos Horrores"!
Atividade prevista para o dia 8 (domingo)/ Agosto/2010.
No Burger King, aquele próximo ao shopping jardins . Horário: inicio 13:30h 14:00h.
término: até onde der h. ...kkkk
"As ordens de Cavalaria do Cervo: Furyondy, Veluna, High Forest; E Forças das Ordens da Vigília e Ordem do Escudo Sagrado. Reunem seus esforços para seguir os rumores acerca da Tumba de Horrores. E em seus caminhos o cerco as forças de Redspan comovem os esforços dos sofridos povos: Eis que valentes e temerários e todos reforços são bem vindos".
Alistamento as 'Ordens de Cavalaria' estão abertos!
Fichas iniciais Prontas disponibilizadas em (não usem a dos Malignos, é só uma amostra do lado negro kkkk):
http://odrysius.multiply.com/journal/item/129/Campanha_Greyhawk_2010._NWod


Cavaleiros do Cervo da High Forest
: Esta Ordem é exclusiva para elfos. São treinados como batedores nas florestas, despendendo pouquíssimo tempo com os lordes mercantes no High Vale. São exaltados como heróis do Alto povo, e estão sempre preparados para emboscar as forças malignas. Dão suporte a ataques contra as forças do mal com seus escaramuçadores.
Apresentações: As Ordens


Cavaleiros do Cervo de Furyondy: Esse ramo da Agressiva Defesa está primariamente buscando novos recrutas, testando-os nas artes de combate e da investigação contra heresias e crimes. Mantêm fortes ao longo da fronteira contra as forças de Iuz (iuz). A Ordem aceita humanos e elfos.

Cavaleiros do Cervo de Veluna: A reputação de Guerreiros e Sargentos brutais o precedem, a despeito do Arquiclericato serem bons, eles fazem tudo para proteger suas terras e posições defensivas. Com Diplomacia e negociação, com armas e táticas não usuais como o Terror. Muitos seguem convicções rudes e duras quanto a dever, responsabilidade e punição aos maus.

Cavaleiros da Vigília: Ordem fundada para combater os bárbaros Paynims e Westerlings mantém castelos, fortalezas e fortes ao longo da fronteira de Ket e montanhas Ocidentais. O desgaste é constante contra as forças malignas de Iuz (iuz), alguns promovem ódio distinto contra certas criaturas malignas. O recrutamento de novos membros é uma prática constante.

Cavaleiros do Escudo Sagrado: São Paladinos, Tenazes Guerreiros, e Clérigos de Heironeous. Lutam uma Guerra Sangrenta contra as forças de Iuz (iuz) que ocupam suas terras. Lutam ao lado das forças do bem, bem como mercenários. Sendo seu objetivo a Liberação da Shield Lands e a destruição de Iuz e seus exércitos de ocupação.

sábado, 17 de julho de 2010

Hipótese de Arcos de História

Hipótese de Arcos de História.

Será?

Eis...

A reforma da campanha parte do pressuposto de WFRP. No que consta, a limitação de raças e foco de campanha. Coisa interessante que não diminui opções.

Bases do WFRP: Reiklanders (Humanos); Anões; Alto Elfos; Elfos das Florestas.

Arcos de Campanhas Imperiais (Hipótese Um):

"Senhores do Império Ciriji": Lagartos; Ceboleiros (Anões); Kobolds (?); Cirijis (Humanos).

"Hordas da Torre Negra": Encapetados; Orcs; Os Negros (Drows); Orcas (Meio-orc).

"Aliança das Florestas": Anões (Halflings); Narigudos (Gnomos); Selvagens (Elfos); Escravos (libertos).

"Filhos Selvagens": Homens-Cavalos (Centauros); Homens-Bodes (Sátiros); Selvagens (Elfos); Montanheses (Goliath).

“Borborema”: Homens-cães (Gnolls); Homens-Sapos (Bullywug); Macacos (Bugbears); Praga (Goblins)

“Velhos Impérios”: Filhos de Morgan (Daeva); Escravos (Eladrins); ‘Nórdicos’ (Humanos).

“Império Dan”: Dans (Humanos); Skadis (genasis); Escravos (Eladrin); Anões (Anões).

“Império Rus”: Rus (Orcs); Minoutauros; Horda (Hobgoblins); Praga (Goblins).


terça-feira, 27 de abril de 2010

Além das Terras Imperiais: Guerra de Vila Abadia


Reduto das Trevas? 

09/09º/1009 do Calendário de Morgan.

Depois de dramáticos acontecimentos, tentaram compreender os selos do Portão "sul", a dificuldade de entender os planos do inimigo estava claro a todos, os bárbaro da montanha estava ferido demais teve que ser deslocado para as linhas aliadas, a guerra persistia, mas o destino lhe fora cruel e os ferimentos demasiados, morrerá em campo de batalha. O bárbaro orc se questionava, e blasfemava em seu luto, o clérigo ceboleiro se recusava a aceitar tão desonrada baixa em seu registros segundo o próprio. Indiferente o encapetado, demonstrava seu desprezo e seguia em busca de sua própria gloria. Um destino dramático estavam lhes destinados. Resolver o enigma. Aberto o portão seguiram em direção ao destino que seus possíveis algozes havia premeditado. A ultima linha de defesa da fortaleza do chifre lhe era destinada. 

O mal permeava os arredores, algo de sinistro cobrou dos instintos de tão diversificado incursores. A missão estava posta eles teriam que ter uma resposta, não podiam recuar. Liderava o clérigo Ceboleiro, depois de converte o bárbaro orc a sua fé. Mais farpas lhe eram lançadas pelo encapetado, qual seria a verdade por seu véu tão escancarado...

Seguiram pelos tortuosos corredores, pó cinza se avolumava em suas vestes e armaduras, chegavam eles a tão desolado salão de trevas. Chamas de tochas negras iluminavam inusitadas situação, um estatua enorme de bronze a imagem dos ídolos caídos dominava a cena e paisagem daquele salão, duas criaturas em orações as trevas e seus capuzes negros se revelavam. A estatua se movia para o combate, os encapetados que o guarneciam com orações de malefícios se erguiam e invocavam chamas negras e verdes. O fogo das trevas queimava em seus olhos de orbitas vazias que revelavam suas almas.

Por instantes perceptíveis hesitava o Encapetado, iria ele lutar contra seus ancestrais? Recuara enquanto os seus 'aliados' determinavam o rumo que seria a ação. O Ceboleiro Clérigo não tinha dúvidas do que ser feito. O Bárbaro avançara. O Combate e profanações mútuas era iniciado. Derrubados pelos largos movimentos da hábil estatua demoníaca mostravam seus medos medos e incredulidade! O encapetado revidava as blasfêmias dos outros encapetados como podia, seu medo era perturbador para seus aliados que caídos ao chão esperavam ajuda. Tiros certeiros de raios invocados derrubava os encapetados inimigos. O Ataque ao golem das trevas era decisivo. Era a chance da vitória. O custo fora duro. restava juntar as pistas depois de tamanho embate.


Além das Terras Imperiais: Guerra de Vila Abadia


Adentrando o subterrâneo. A Guerra secreta.

07/09º/1009 CM a 08/09º/1009 do Calendário de Morgan.

Os reforços chegam, a missão tinha sua valia. Os bárbaros e o encapetado estavam feridos e exaustos. A nova equipe se aventurava no desafio apresentado, o pêndulo do perigo oscilava. Adentravam, até chegarem a entrada de uma forja. Os anões e orcs ali, estavam por demais atarefados nos afazeres da forja para perceberem a invasão, a dupla do pequeno e do clérigo ceboleiro pudera passar levando o inimigo a confusão por considerarem como lacaios menores. Estaria a sorte os ajudando? Parece que sim, adentrando o forte-forja subterrâneo avançaram atrás dos lideres daquele entreposto de suprimentos do inimigo, estava claro, eles deviam ser detidos. 

Numa posição mais profunda, encontraram o mestre mineiro daquela empreitada, puseram a combater imediatamente, o que quase surpreendeu o Anão das trevas que lá se encontrava, O Ceboleiro clérigo e o anão bárbaro atacaram ferozmente. O inimigo não teve alternativa a não se lutar por sobreviver, o que lhe fora impossibilitado, a derrota iminente tentou em vão alertar a guarnição. Esmagada sua mão  e face jorrava e sangrava em todo o chão. Saqueavam-lhes ali mesmo os invasores. Rapidamente limpavam suas armas e avançaram até uma nova gama de corredores, passavam por uma ponte sobre um abismo subterrâneo. 

Uma nova defesa estava pronta, aproveitando-se todavia do não alarde, entraram com as portas abertas, a resistência fora automática, devido aos golens lá deixados para deter invasores. Os golens agiram prontamente, lançando dardos incessantemente, o portão serviu de cobertura por alguns instantes para os incursores. Logo o anão das trevas responsável chegara, o combate se tornou mais encarniçado. Magias terríveis foram pronunciadas, atingido por projeteis o anão das trevas recuara para avisar a guarnição, os golens foram danificados um a um. O Inimigo avançava em perseguição até a nova posição de defesa, esperam que fosse a ultima, a forja das trevas tinha que cair. Os invasores profanavam o local de Zebedeu com suas orações a São Jorge. O Combate não terminara.

Um novo dia surgia, a posição era mantida enquanto ambos lados tomavam fôlego. O Portão "Sul" devia ser capturado. O Sacerdote das trevas e seus lacaios eram a ultima e difícil condição para a vitória. Águas incendiarias eram usadas, surpresas terríveis eram anunciadas. O Sacerdote das trevas jogado em suas próprias águas profanas queimava, o Ceboleiro e suas libações em pleno combate não se deteve. Estava acabado, o conflito estava terminado. Era hora de finalizar as atividades.

Além das Terras Imperiais: Guerra de Vila Abadia


A Guerra, a calmaria do olho do furacão, e o Massacre.

07/06º/1009 CM a 06/09º/1009 do Calendário de Morgan.

Com os conflitos nas praias e arredores de Abadia findos, os exércitos aliados, o que sobrou, avança em direção a vila, encontrando-a abandonada. A torre Branca tinha recuado e evacuado a vila. Os trabalhos prioritários tinham que começar. A derrubada de arvores e a construção de uma paliçada para defender a posição e vila capturada era altamente prioritário. Os feridos e abandonados vinham logo a seguir no pensamento o exercito aliado. As noticias do fronte de Fortaleza de Feira de Santana continuavam somente em perspectiva, os resultados do que estava acontecendo lá podia ser a determinante fatal. Os espiões faziam seus serviços de ambos os lados. A situação de tamanha calamidade evitava que medidas extremas fossem iniciadas. Quase uma estação inteira se passou, os reforços chegavam. Os feridos recompunham-se. Quando os batedores e arautos anunciavam que não era o fim do conflito.

O acampamento dos lenhadores fora o local dos novos conflitos. A batalha iniciará.  Os três dias de conflito a seguir foram determinantes. A reviravolta contava com sucessos adicionais de aliados atrás das linhas inimigas. O avanço dos Bárbaros e do Encapetado contou com a sorte e sem chamar grandes, ou nenhuma, atença do inimigo, chegaram ao forte que lhes fora apontado pela informação, estavam lá eles, descendo até as forjas. O Barbacã fora de lendário conflito, exigindo da pequena força de dissuasão sacrifícios enormes. Avanço frente ao Óleo quente e a entrada reforçada, a luta desesperadas para atravessar a barreira de lanças que golpeavam incansavelmente para detê-los. O pequeno encapetado e seus sombrios planos evocavam deslocamentos macabros entre mundos distantes, pusera-se ele atrás do inimigo. O portão reforçado golpeado por todos os lados sofria incessantemente. Era o fim da primeira defesa.

domingo, 25 de abril de 2010

Além das Terras Imperiais: Guerra de Vila Abadia


Praias de Vila Abadia, Arredores de Vila Abadia e finalmente a guerra Urbana de Vila Abadia.

06/06º/1009 CM a 07/06º/1009 do Calendário de Morgan.

O plano da Imperatriz e a aliança de boquim era ótimo, criar uma segunda frente para derrotar a Torre Branca e evitar a conquista da Floresta Abadia. Os aliados Centauros e Homens-bodes agradecem, mas sabem que muito sangue inocente será derramado. Enquanto os aliados em luto se dirigem a batalha, a Torre Branca e seus espiões prepararam grande ofensiva. O movimento de desembarque ficou restrito a praia. Muitas mortes e a cada hora mais pressão da Torre Branca e seus odiosos aliados. A Vila Abadia estava sendo macula com rituais perversos e sanguinário. A Guerra era total para a Torre Branca, os prisioneiros de guerra eram levados para sacrifícios aos perversos, Zebedeu, Tinhoso e Judas Samael. A própria população de Abadia tentava furar as linhas de combate, resultando em tragedias e carnificina que só alegrava aos perversos.

A terceira leva de combate seguia, os companheiras bizarros e bárbaros se erguiam frente a florestas de lâminas e piques sedentos. Mais uma vez retomavam o folego frente a tamanha tragedia. A quarta investida da Torre Branca foi uma coisa desastrosa, quase os levando ao desespero, mas a linha do inimigo ruiu, fornecendo uma vantagem que podia ser determinante. Avançaram então entre os destroços e corpos e feridos urrantes. Mais uma etapa vencida. O que eles não estavam esperando era a horda incansável de novos sacríficos bélicos que a Torre em sua perfídia criava. O Corpo de Guarda Aliado preocupou-se, não se via tais loucuras desde ... desde que Zebedeu profanou a terra com sua macula. Seria um portal aberto, a Torre Branca estava irremediavelmente sitiada em seu próprio comando por esses maléficos, a rendição ou negociação se mostrava cada vez mais irreconciliável.

Seria isto tudo um plano de um grande ritual e os Aliados em engodo forneciam os próprios sacrifícios. Calar frios percorrera o comando, isto não estava descartado. Enquanto isso o Bruxo encapetado surpreendia seus aliados bárbaros e liderava o avanço naquele quinto conflito. Vitória? Na quela colina avançaram, seus corações escureceram frente as trombetas inimigas que anunciavam resistência feroz. Todos ficaram preocupados e paranoicos com a aniquilação total eminente. Estava tudo errado, como podia ser? 

Os traidores Lagartos forneceram mercenários a torre Branca? Ou eram apenas mercenários? A Duvida começou a perturbar a todos quando os Lagartos derrubavam a linha de vanguarda aliada. Por um momento o terror pairou. Mas os Bárbaros e o Encapetado tinham um exemplo diferente a demonstrar a seus companheiros em combate, aqueles monstros também morriam! Não se podia dizer que fora exemplo para toda a linha, mas a dispersão fora amenizada, com exemplos pontuais.

A sétima investida provocou grave comoção, o comando recuava para as praias para tentar manter defesa. Toques de recuo soavam, o inimigo destroçava uma unidade que mantivera posição, seria sacrifício honrado e temerário? Lutar nas areias enlameadas de sangue era muito pouco inspirador. Paliçadas foram erguida as  pressas, trincheiras eram palavra de ordem. A noite cobrava seu mérito, as chamas e fumos altos cobriam toda região, muito dessas chamas eram sobrenaturais, explosões eram ouvidas, urros e gemidos era o que se ouvia ao distante e baixíssimo som das águas da praia. 

Sem descanso na manhã agourenta que se erguia, a Torre Branca tentava bater o 'invasor', o custo estava altíssimo para ambos, quem venceria? Os Macabros toques graves do avanço ressoavam, o sou tímido ousava despontar, o calor da batalha estava sendo amplificado minuto a minuto a adrenalina a mil. Passos do Trovão, a oitava onda caia. Exaustos e exauridos muitos caiam em cima dos inimigos mortos e dormiam. Cenas macabras, os vultos trôpegos se erguiam aqui e ali, a paliçada persistia e seu estandarte permaneceu em pé! O Grito de alivio e lagrimas de alegria, não cobriam a praia ou dignificavam a vitoria, pois fôlego não havia mais.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Versão Local: Chefe Bárbaro (Baseado)


Chefe Bárbaro

Gengis Khan: "A maior alegria de um homem é, depois de arrasar o inimigo, invadir sua casa, cavalgar em seus cavalos e possuir suas mulheres e filhas".

 

Pré-requisitos: Classe de Fonte de Poder Primal.

Você conseguiu respeito de seu povo, sua tribo. Seja pelos seus atos como valente saqueador, ou liderança sábia. Você tem o respeito e admiração dos seus, que o esperam que os levem a glória e riquezas, ou em verdade, uma vida mais segura frente às adversidades. Seu conhecimento e sabedoria podem ser vitais para a sobrevivência de seu povo, uma esperança nascente e um exemplo. Qual será o seu legado como líder da horda?

 

Características do Chefe Bárbaro.

Liderança da Tribo (11º Nível): O Chefe comanda a tribo, com isso pode convocar tropas em caso de guerra, e fazer a justiça dos ancestrais e deuses da tribo. Quando algum outro personagem marcar um inimigo, ele estará marcado para você também para fins de usos e ativações possíveis.

Convocar Fiéis Guerreiros (11º Nível): O Chefe convoca Guerreiros para ajudá-lo em missões e incursões (eles são considerados parte do personagem, não contando para a divisão de experiência. Exceto se...). 4 Guerreiros se apresentam para a missão. Eles são considerados lacaios (minions), e seguirão as ordens do Chefe. Eles podem ser armados com os recursos que o Chefe dispuser ou convocados dos esforços da Tribo. O número de Guerreiros muda para 8 no 16º nível.

Liderar a Horda (16º Nível): O Chefe pode liderar sua tribo em hordas sucessivas de ataques. O Chefe pode usar um pulso de cura para Convocar uma nova leva de Fiéis Guerreiros que permanecem até o fim do encontro. Essa característica só é possível de ser usada se o Chefe mobilizou sua tribo para a guerra/incursão.

 

Façanhas do Chefe Bárbaro.

Ataque Repentino    Ataque de Chefe Bárbaro 11.

“Como rapidez de animais selvagem a espreita da presa, um bote feroz contra o inimigo”.

Encontro ♦ Primal, Arma.

Ação Padrão            Arma Corpo-a-corpo.

Alvo: Uma Criatura.

Ataque: Força Vs. CA.

Acerto: 2 [A] + modificador de Força ou modificador de Constituição de dano.

Efeito: O alvo fica pasmo (TR).

 

Urro de Morte         Utilidade de Chefe Bárbaro 12.

“O Chefe Urra terrivelmente gutural e promove medo furioso entre seus servos e escravos”.

Diário ♦ Primal.

Ação Padrão            Explosão Próxima 2.

Alvos: Todos os lacaios (Minions) e aliados que puderem ver e ouvir você dentro do alcance.

Efeito: Os lacaios obtêm um ataque básico, que pode ser usado até o fim de seu próximo turno, com um bônus para a jogada de ataque igual o seu modificador de Força ou Constituição. Os aliados obtêm um ataque básico.

 

Ataque da Horda     Ataque de Chefe Bárbaro 20.

“O Chefe Bárbaro ordena um ataque contra o inimigo. A Horda responde e salvas de ataques são feitos contra este inimigo”.

Diário ♦ Primal.

Ação Padrão            Distância 20.

Alvo: Uma Criatura.

Ataque: Força Vs. Reflexos.

Acerto: 3d10 + modificador de Força ou modificador de Constituição de dano.

Efeito: O alvo fica pasmo (TR).

Especial: Deve ter lacaios no encontro.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Calendários Usados na Orbis e no Velho Mundo


Calendário Morgan

O atual calendário, instituído no Império Morgan e não feito por Morgan. Amplamente utilizado, inclusive pelos Império Dan e Império Rus, com suas modificações próprias.

Os Meses

Dominus, o primeiro mês em homenagem a Morgan. Dia Especial: 1º Kalendis, Ano Novo, Festa de Fim de Inverno e agradecimento a Morgan.

Mortis, o segundo mês, em homenagem a morta da Boa Hora.

Primus, o terceiro mês começando a contagem e aludindo ao próprio Morgan. Alguns dizem que é uma alusão ao próprio Sumo-Sacerdote do Império Morgan, o Flamen Dialis. Dia Especial: 1º Kalendis, Festival dos Tolos, espécie de Carnaval em que se queima bonecos encapetados.

Secunbribus, o quarto mês, uma alusão ao Escudo da Fé e o segundo ato.

Tertilis, o terceiro mês, contagem normal até o "décimo" mês. Dia Especial: 15º Idibus, Ascensão de Morgan, feriado religioso.

Quartilis, o quarto mês, contagem normal até o "décimo" mês. Dia Especial: 7º Nonis, Dia dos Santos, Comemora-se e realiza-se casamento e festival de Colheita.

Quintilis, o quinto mês, contagem normal até o "décimo" mês.

Sextilis, o sexto mês, contagem normal até o "décimo" mês.

Setembribus, o sétimo mês, contagem normal até o "décimo" mês.

Octobribus, o oitavo mês, contagem normal até o "décimo" mês.

Novembribus, o nono mês, contagem normal até o "décimo" mês.

Decembribus, o décimo mês, contagem normal até o "décimo" mês. Dia Especial: 30º Pridie Kalendas, Nascimento de Morgan, Festa de Fim de Ano, presentes de fim de estoque.


Dias da Semana.

Ana, em homenagem a Santa do Sol. Tecnicamente o primeiro dia da semana.

Teresa, em homenagem a Santa da Lua. Segundo dia.

Jorge/George, em homenagem ao Santo Guerreiro. Terceiro dia.

Paulo, em homenagem ao Santo Escriba. Quarto dia.

Dei, em homenagem a santidade de Morgan. Quinto dia, em alguns lugares esse é o primeiro dia.

Antonio, em homenagem ao Santo do Casamento. Sexto dia.

Roque, em homenagem ao Santo das Colheitas e fazendas. Sétimo dia.


Contagem dos dias do Mês.

Os meses tem 30 dias, havendo 5 feriados adicionados nos meses nos 'dias especiais'. Os Dias especiais normais duram um dia mesmo, e seguem o rito religiosos da região, no Império Morgan seguem o rito do Sumo-Sacerdote em que se realiza cultos nesses dias. Em alguns lugares servem como aviso de Feira e trocas.

1º Dia Kalendis (Especial); 2º ao 5º 'Ad Nonas'; 6º Dia Pridie Nonas (Especial); 7º Dia Nonis (Especial); 8º ao 13º 'Ad Idus'; 14º Pridie Idus (Especial); 15º Idibus (Especial); 16º ao 29º 'Ad Kalendas'; 30º Pridie Kalendas (Especial).


Calendário Dan

O calendário Dan foi organizado recentemente, já que não havia interesse e necessidade, devido aos cultos dos xamãs e druidas diretamente aos deuses Dans. Contava-se os tempos pelos invernos e Ordálios e Presságios Divinos, mas com as invasões e necessidade de comercio e novas praticas de cultivo, saqueou-se também o formato do calendário Morgan, contudo adaptado-se as crenças locais.

Os Meses

Gormánudur (1º mês); Ýlir (2º mês); Mörsugur (3º mês); Porri (4º mês); Góa (5º mês); Einmánudur (6º mês); Solmánudur (7º mês); Heyannir (8º mês); Tvimánudur (9º mês); Haustmánudur(10º mês); Skammdegi (11º mês); Náttleysi (12º mês).

Dias da Semana.

Freyja (1º Dia); Tyr (2º Dia); Odin (3º Dia); Thurs (4º Dia); Frigg (5º Dia); Nornes (6º Dia); Baldur (7º Dia).


Calendário Rus

O calendário Rus, tecnicamente, usa o calendário Morgan, todavia apesar da dita conversão, não significou total uso, os Rus são bárbaros e usam um rito próprio de "morganismo". Não se sabe ao o certo que fazem, mas utilizam formas diversas se aproximando da barbárie tecnologica, dependem de druidas, xamãs e outros 'arautos divinos', a guerra contra os Dans, a Região de Achaia e seus três reinos e a guerra contra o Império Morgan, põem duvidas sobre a alegada conversão. 

Orbis Imperial - Feudo de Estância. Saindo do Feudo.


Feudo de Estância - Cidade de Sta Luzia do Itanhy. Uma Longa Jornada a Cristinápolis.

17/04º/1009 a 06/06º/1009 do registro de Morgan.

Na Cidade de Itanhy tentaram emprega-se junto as equipes que buscavam madeira especial entre os lenhadores. Alguns dias se passaram em tal empreitada, mas não sendo bem-sucedidos nesse ramo de atividade rumaram para o sul, mudando novamente o caminho da viajem, pois na taverna ouviram rumores da contratação de tropas e mercenários no tal reino da Rainha Cristina. Cogitaram seguir assim para Umbaúba e depois chegar em Cristinápolis para diminuir os riscos de atravessar novamente o território selvagem de Itanhy.

Não antes de chegarem a Umbaúba foram interrompidos por um matreiro Dragão Azul que clamava pelos itens, de preferencia valiosos, de tal aberrante comitiva. A luta fora longa e arriscada. Todavia o Dragão ali só se viu em desvantagem e viu-se no risco de ser apanhado pelo encapetado e pelos seu aliados brutais e selvagens. Tamanhos ferimentos, depois de ver o dragão debandar, os fizeram cogitar ficar na localidade por um bom tempo. Aquele bárbaro vindo das montanhas do caminho da madeira, lembrou de sua tribo e se pôs aos trabalhos, pôs em pé um abrigo resistente e começou uma roça. Passaram uma semana caçando porcos selvagens, então perceberam-se fortes novamente para prosseguir. Puseram-se a caminho de Umbaúba, quando surpreendidos por os não desconhecidos gnolls demoníacos, agradeciam todavia por não terem sido rastreados pelas hienas. 

Em Umbaúba se deram conta das cicatrizes da guerra que ainda clamava suas dividas naquela cidade, comovido o Ascomanni doou sua cabana a pouco construída no meio da mata para pessoas da cidade. Adiantaram-se e seguiram para Cristinápolis. Lá questionaram e se inteiraram-se a respeito dos militares que lá estavam recrutando. Iriam eles novamente paras terras da Torre Branca? Vergonhas de feitos anteriores crivava suas duvidas, enquanto os bárbaros lançavam seus olhares críticos e questionadores ao encapetado e suas ideias ludibriantes e estranhas.

Estavam decididos, e os bárbaros concordaram, iriam combater as forças da Torre Branca. De lado oposto lutariam dessa vez. A sorte fora lançada. Adentrando o mês de Sextilis de Morgan, desembarcavam nas praias de Vila Abadia. 

As baterias de defesa cobraram suas vitimas, sob pesado ataque avançaram pelas praias lamacentas e chegaram na cabeceira da praia, onde encontraram resistência na posição, duas investidas e árduos combates foram necessários, os soldados da torre branca caiam frente a invasão dos bárbaros e encapetado. Cada hora de batalha os levaram aos limites e ao medo da retirada, além da morte é claro.